Série B: Indefinição sobre cogestão deve atrasar planejamento do Guarani

Decisão sobre parceria deve ser tomada apenas no início de dezembro, o que vai dificultar as renovações de contrato

Decisão sobre parceria deve ser tomada apenas no início de dezembro, o que vai dificultar as renovações de contrato

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Campinas, SP, 14 – Ainda em processo de análise das duas propostas de cogestão que tem em mãos, o Guarani deve atrasar o planejamento para 2019 justamente pela indefinição sobre qual projeto será colocado em prática. Como a decisão está prevista para a segunda semana de dezembro, algumas questões ficarão em modo de espera e isso pode prejudicar o andamento da montagem de elenco.

Em meio a todo esse cenário, a diretoria do clube ainda surpreendeu ao demitir o técnico Umberto Louzer, o diretor de futebol Luciano Dias e o preparado físico Felipe Celia. A definição desses cargos também deve depender de qual proposta de cogestão será escolhida. Em assembleia, o conselho deliberativo irá escolher entre dois grupos de empresas: Magnum/ASA e Elenko/Traffic/Dunkirk.

Foto: Divulgação / Ag Guarani

Foto: Divulgação / Ag Guarani

Alguns jogadores que estão nos planos do clube para a próxima temporada têm contrato com fim previsto para o início de dezembro, antes da realização da assembleia. Uma vez que a formação do elenco vai depender da parceria, esses atletas teriam que esperar bastante tempo para iniciarem a conversa por renovações.

COMO VAI SER?
Diante desta indefinição, é bem provável que muitos deles aceitem propostas de outros clubes, já que o processo de renovação nem sempre ocorre de maneira rápida. Os volante Ricardinho e o zagueiro Fabrício estão entre os nomes nos planos da diretorias

A questão das contratações também vai depender muito da cogestão. Segundo as propostas apresentadas, qualquer um dos grupos de empresários terá bastante autonomia nas decisões em relação ao futebol.