Série B: Com pagamento parcelado, Ponte Preta define meta do dinheiro de Abner
Lateral-esquerdo foi negociado com o Athletico-PR por R$ 10 milhões, valor da multa rescisória ao mercado interno
Lateral-esquerdo foi negociado com o Athletico-PR por R$ 10 milhões, valor da multa rescisória ao mercado interno
Campinas, SP, 23 (AFI) – O Departamento Financeiro da Ponte Preta já definiu qual será o planejamento com o dinheiro a receber pela venda de Abner, adquirido pelo Athletico-PR por R$ 10 milhões, mediante pagamento de multa rescisória para o mercado interno, conforme estipulado em contrato.
Após enfrentar dificuldades para honrar os compromissos perante o elenco no primeiro semestre, com atrasos frequentes – seja no pagamento da CLT, nos direitos de imagem ou no auxílio moradia -, a Macaca teve no lateral-esquerdo, uma das principais vendas da história centenária campineira, motivo de alívio para dar fôlego aos cofres.
FORMA DE PAGAMENTO
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi notificada do pagamento do talismã pontepretano na última sexta-feira, 19, quando o vínculo foi rescindido oficialmente no Boletim Informativo Diário (BID) com a Alvinegra e firmado com o Furacão, permitindo inscrição do garoto nas oitavas de final da Copa Libertadores da América.
Pelo fato de o clube de Curitiba ter quitado a multa e até para evitar maiores desgastes e demandas, a diretoria da Ponte Preta aceitou receber um valor de entrada de imediato – já presente na conta bancária -, além de uma segunda parcela, ou seja, o saldo remanescente, no começo do mês de agosto.
Graças à cláusula de confidencialidade estipulada contratualmente, não foi divulgado qual percentual pago ou pendente na negociação. O importante, todavia, é que a Macaca está garantida documentalmente e vai receber a multa na integralidade.
PRIORIDADES
Com a grana no bolso, o objetivo do Departamento Financeiro é ter condições de honrar todos os compromissos junto ao elenco até o fim de 2019.
Vale destacar que ainda restam seis meses no ano, cujo valor total ultrapassa R$ 6 milhões, em razão de a folha salarial alvinegra perfazer R$ 1 milhão mensal.
Ao deixar a casa em ordem perante o plantel, a diretoria pretende quitar impostos pendentes e, posteriormente, as questões trabalhistas.
Outro detalhe é que, em virtude de a Federação Paulista de Futebol (FPF) pagar a verba do Estadual no primeiro semestre, a Ponte tem, depois de julho, ‘apenas’ o montante da CBF – em 2018, foi de R$ 6 milhões – para sustentar as despesas, além de eventuais patrocinadores e sócio-torcedor.





































































































































