Série B: Carlos Kela espera o mesmo sucesso de 2011 no Náutico
Ele fez parte da campanha do Náutico na Série B de 2011, que culminou com acesso
Ele fez parte da campanha do Náutico na Série B de 2011, que culminou com acesso
Recife, PE, 18 (AFI) – Boas lembranças definem a relação de Carlos Kila com o Náutico. De volta ao clube depois de um ano e meio, o novo gerente de futebol quer repetir a trajetória que marcou sua primeira passagem, entre 2011 e 2012. E o primeiro passo é conquistar um novo acesso à Série A. A missão, entretanto, não será nada fácil. O clube enfrenta sérios problemas financeiros e está muito próximo da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro da Série B.
Depois de pedir desligamento do Náutico, em fevereiro de 2013, Kila só trabalhou no Criciúma, como diretor executivo. O resto do tempo – cerca de dez meses – foi dedicado a um curso de gestão esportiva, na Universidade do Futebol, em São Paulo. “Até então, meu conhecimento era da prática mesmo. Achei que era um momento para me qualificar, melhorar a visão de mercado. O futebol exige que estejamos atualizados”, explica.
Mesmo chegando ao Timbu após dez rodadas, Kila acredita na realização de um bom trabalho e no acesso à Série A.
“Sabemos da dificuldade da redução orçamentária, mas, dentro do que temos, é perfeitamente possível atingir os objetivos, como em 2011. A competição está muito equilibrada e deve ser assim até o final”, avalia.
Para render o planejado, o gerente alvirrubro pretende aproveitar a “intertemporada” proporcionada pela Copa do Mundo, com o Timbu só voltando a campo no dia 15 de julho, contra o Sampaio Corrêa, na Itaipava Arena Pernambuco.
Segundo Kila, a abertura da janela internacional de transferências deve fazer com que clubes da Série A negociem alguns dos seus atletas. “Vamos poder trazer dois, três ou quatro, para melhorar a qualidade do nosso grupo.”
Nos próximos meses, Kila espera lidar com um grupo focado nas metas alvirrubras. “Conheço alguns atletas e outros, vi jogando. Possuem qualidade e ambição na carreira, já que ainda têm o que provar. Isso é bom, porque faz com que se entreguem, com vontade e sede de ganhar. O espírito é o de construir o trabalho com unidade e um só pensamento, envolvendo atletas, comissão técnica e diretoria.”





































































































































