Série A3: Novorizontino ressurgiu com apoio de ex-ídolos dos tempos de ouro
Goiano, campeão do mundo pelo Grêmio, e Índio, ainda no Inter-RS foram os que mais brilharam no passado
Novo Horizonte, SP, 16 (AFI) – O Novorizontino disputará pela primeira vez em sua história da Série A2 em 2015. O antigo clube da cidade – Grêmio Esportivo Novorizontino – faliu e fechou em 1999, depois de ser comprado pela família Chedid, que ainda há quatro décadas comanda o futebol do Bragantino.
Goiano, campeão no Grêmio
Goiano nos dias de hojeO novo time chama-se apenas Grêmio Novorizontino e foi fundado no dia 1.º de março de 2010. Em três anos conseguiu dois acessos, da Segundona para a Série A3 (2012) e agora para a Série A2.
O antecessor do time de Novo Horizontino fez sucesso, sobretudo, entre as décadas de 80 e 90. Em 1990, o time comandado por Nelsinho Baptista, atualmente no Japão – Kashiwa Reysol – fez a final caipira vencida pelo Bragantino, de Vanderlei Luxemburgo, desempregado.
TEMPOS DE OURO
Daquele time vice-campeão paulista saíram muitos jogadores que fizeram sucesso no futebol brasileiro, como o zagueiro Índio, do Internacional-RS, que se tornou o maior zagueiro-artilheiro do Colorado, com 33 gols, superando o lendário Figueroa, com 27 gols, uruguaio tricampeão brasileiro na década de 70 – nos anos de 1975, 1976 e 1979. Ele tem 39 anos, sendo o único sobrevivente, em alto nível, daqueles herpois da época.
Índio: aos 39 anos, fez história no Internacional, onde ainda jogaOutro foi o volante Goiano, que sagrou-se campeão mundial interclubes pelo Grêmio. Passaram por lá também o volante Genilson, atual presidente, que também tinha vbons recursos técnicos e o atacante Aleessandro Cambalhota, que atuou entre outros times, no Santos e Atlético Mineiro.
Todos eles moram na cidade e se juntaram aos membros da família De Biasi, usineiros da região, para bancar o time neste seu ressurgimento. São os filhos de Jorge De Biase, já falecido, que idealizou a profissionalização do clube e o levou até a elite estadual. E construiu um estádio para a cidade que, de forma merecida, leva o nome dele. Sem ele, nada existiria.





































































































































