Desta vez, Carlo Ancelotti não deve correr riscos. Vai manter a mesma base com Wendell na direita e, talvez, Vitor Roque no ataque.
Em tese, uma partida onde o adversário vai se fechar todo na defesa e tentar ao menos um gol no contra-ataque (coisa que Senegal não conseguiu).
São Paulo, SP, 17 (AFI) – A Seleção Brasileira disputa na tarde desta terça-feira, dia 18 de novembro, em Lille, na França, seu último amistoso do ano. Seu adversário será a limitada Tunísia, que está em trigésimo primeiro lugar no ranking oficial da FIFA e em sexto lugar no ranking do futebol africano.
É um time inferior ao de Senegal, a quem o time de Carlo Ancelotti venceu por 2 a 0 no último sábado. Em tese, uma partida onde o adversário vai se fechar todo na defesa e tentar ao menos um gol no contra-ataque (coisa que Senegal não conseguiu).
Será o último amistoso que o time brasileiro fará neste ano. Depois. só volta a jogar em março, do ano que vem, quando haverá outra Data Fifa, e o Brasil vai enfrentar as seleções da França e da Croácia, nos Estados Unidos, que é um dos países que vai sediar a próxima Copa do Mundo.
ANCELOTTI SEM GABRIEL MAGALHÃES
Para o jogo diante da Tunísia, o técnico Ancelotti terá um desfalque. O zagueiro Gabriel Magalhães, que se machucou diante de Senegal, não conseguiu se recuperar, e será substituído pelo lateral direito Wesley.
Em consequência, Militão, zagueiro do Real Madrid, será deslocado para a zaga central para fazer dupla com Marquinhos, que pertence ao PSG e é considerado um dos melhores zagueiros do mundo.
Mas não será apenas esta alteração que Ancelotti vai fazer. Ele está muito interessado em saber como é que o artilheiro Vitor Roque, do Palmeiras, vai reagir com a camisa da seleção.
Por isso, é bem provável que o centroavante do Verdão entre em campo desde os primeiros minutos de jogo contra a Tunísia. Para sua entrada no time, Rodrygo ou Matheus Cunha, voltará para a reserva.
O PROVÁVEL BRASIL DE ANCELOTTI
Diante dessas alterações, a equipe base para começar o jogo contra o time africano, será este. Ederson no gol. Wendell, Eder Militão, Marquinhos e Alex Sandro na linha de zaga. Casemiro e Bruno Guimarães na dupla de meio campo. Estevão, Vitor Roque, Matheus Cunha ou Rodrygo e Vinicius Júnior, no ataque.
Ancelotti gostou muito da atuação de seu time contra Senegal e espera que sua equipe repita aquela exibição e encerre a temporada 2025 com outra atuação de gala.
Nas entrevistas que deu nos últimos dias, o treinador italiano deixou claro que esse time que vai enfrentar a Tunísia nesta terça-feira, é, basicamente, o que ele pretende colocar em campo no jogo estreia do Brasil na próxima Copa.
ANCELOTTI QUER BRASIL NO ATAQUE
Inclusive, insistiu que uma seleção como a do Brasil tem que jogar para frente, sempre em função do gol, porque tem jogadores com qualidade suficiente para fazer isso. Eu concordo. Chega de retrancas e esquemas defensivos como Tite, Diniz e Dorival Júnior usaram quando dirigiram a seleção.
Com Ancelotti, o Brasil voltará aos seus tempos de glória, quando se impunha aos adversários e não tinha receio de expor sua defesa. Esse é o caminho!!!
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