Senador bolsonarista usa camisa do Guarani para criticar STF
Cleitinho Azevedo (Republicanos) usou a camisa do Guarani para esbravejar em vídeo nas redes sociais
Ao criticar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet, o senador de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), usou a camisa do Guarani para esbravejar
Campinas, SP, 27 (AIF) – O Guarani foi exposto desnecessariamente em um assunto bastante polêmico. Ao criticar uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet, o senador de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), usou a camisa do Guarani para esbravejar em vídeo publicado nas redes sociais.
A decisão, como quase tudo na política, levantou discussões acaloradas de pessoas que defendem a decisão e de outras que criticam. A imagem do Guarani pode ser vinculada a um dos lados após o vídeo do senador, que já teve mais de 1 milhão de visualizações em apenas uma rede social.
INTERNAUTAS NOTAM CAMISA DO GUARANI
Rapidamente, o fato chamou atenção dos internautas, que comentaram no post: “Essa camisa do Bugre Campineiro é braba”, “Camisa Bonita” e “Dá-lhe Bugre. O Único Campeão do Interior”. Outros ainda provocaram um pouco: “Com a camisa das galinhas vc perde a credibilidade” e “Pode tirar a camisa do guarani vai da azar”.
NÃO FOI A PRIMEIRA VEZ
Em março de 2025, Cleitinho Azevedo já usou uma camisa de time para fazer críticas. Na ocasião, ele apareceu em uma live para criticar o governo federal sobre a arrecadação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), usando a camisa do CSE, de Alagoas.

QUEM É CLEITINHO AZEVEDO?
Cleiton Gontijo de Azevedo, mais conhecido como ‘Cleitinho Azevedo’, é um político brasileiro, nascido em Divinópolis (MG), atualmente com 43 anos. Ele iniciou sua carreira política em 2016, sendo eleito vereador em Divinópolis com 3.023 votos. Em 2018, conquistou uma vaga como deputado estadual por Minas Gerais (115.492 votos) pelo PPS/Cidadania.
No início de 2022, migrou para o PSC para disputar o Senado, sendo eleito senador por Minas Gerais em outubro, com cerca de 4,26 milhões de votos (41,5%). Em dezembro de 2022, já como senador eleito, filiou-se ao Republicanos, partido do qual faz parte atualmente.
DECISÃO DO STF
O Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta quinta-feira, que as redes sociais podem ser responsabilizadas por publicações feitas em suas plataformas, mesmo sem necessidade de ordem judicial prévia para remoção do conteúdo.
Por maioria de oito votos a três, a Corte declarou a inconstitucionalidade parcial do artigo 19 do Marco Civil da Internet. Antes, a lei previa que plataformas só poderiam ser responsabilizadas civilmente após decisão judicial.
Os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques foram contra a decisão, defendendo a validade do dispositivo. Mas a maioria dos integrantes do STF entendeu que as plataformas digitais devem responder por danos causados por publicações irregulares, sem exigência de ordem judicial para que se inicie a responsabilização.
O QUE MUDA?
Até então, o Marco Civil da Internet determinava que gigantes da tecnologia só poderiam ser responsabilizadas se descumprissem uma ordem judicial para tirar conteúdo do ar. Com a decisão recente, esse trecho perde a validade e a bronca ficou mais pesada para as empresas.
A nova regra amplia a responsabilidade sobre o que é publicado por terceiros. A mudança também detalha situações envolvendo anúncios pagos e o uso de redes artificiais para impulsionar conteúdo.
Além disso, agora existe um dever de cuidado especial para casos de conteúdos ilícitos, como atos antidemocráticos ou crimes sexuais. Se as empresas vacilarem e não tomarem providências para prevenir ou remover esse tipo de material, vão responder por isso.





































































































































