Sem máscara e em praia fechada, Muricy bate-boca com guarda; VEJA O VÍDEO!
Muricy Ramalho foi uma das 587 pessoas foram abordadas no domingo, segundo a prefeitura
Muricy Ramalho foi uma das 587 pessoas foram abordadas no domingo, segundo a prefeitura
São Paulo, SP, 15 (AFI) – Muricy Ramalho mostrou o seu outro lado, aquele que acha que pode fazer o que bem entender por ter sido campeão pelo São Paulo e trabalhado na Globo. Mesmo estando sem máscara – objeto obrigatório em qualquer parte do mundo – e em praia fechada, ele ainda se achou no direito de bater boca com um guarda em Bertioga, no litoral paulista. (VEJA O VÍDEO ABAIXO!)

Muricy Ramalho, também sem camisa, caminhava pela praia fechada, por conta da pandemia de Covid-19, quando foi abordado por guardas e convidado a se retirar, como qualquer um cidadão. Mas assim como alguns dos seus jogadores, ele mostrou ser indisciplinado e bateu boca.
O agora dirigente alegou que o decreto havia sido antecipado sem qualquer aviso para a população. O ex-treinador, só esqueceu de explicar o motivo de estar na rua sem máscara. Mesmo tendo peitado os guardas e desrespeitado o decreto, ele não foi multado.
Muricy Ramalho foi uma das 587 pessoas foram abordadas no domingo, segundo a prefeitura. Todas escaparam da multa, mas foram conscientizadas.
DOIS LADOS!
“A Prefeitura de Bertioga realizou neste domingo (14), uma força-tarefa em Riviera e São Lourenço, para garantir o cumprimento do decreto municipal que determinou o fechamento das praias da Cidade. A operação contabilizou mais de 500 abordagens. O objetivo é frear o avanço do vírus e evitar o colapso no sistema de saúde”, afirmou a prefeitura, em nota oficial.
Muricy também se manifestou sobre o incidente em publicação no seu perfil no Instagram. Alegou que o decreto “foi antecipado e não avisado à população local”. Afirmou, ainda, que estava “sem máscara naquele momento para poder respirar melhor, já que o exercício faz esforço”.
As medidas da Fase Emergencial do Plano de São Paulo ampliaram as restrições e suspenderam, inclusive, a realização de eventos esportivos até o dia 30. Mas a Federação Paulista de Futebol espera convencer o Ministério Público a retirar a recomendação que impede a disputa de jogos no Estado.





































































































































