Seleção Futebol Interior do PAULISTÃO tem no comando técnico "papa grandes", Guto Ferreira, da Ponte Preta
O comando da Seleção Futebol Interior da 12.ª rodada do Campeonato Paulista é de Guto Ferreira, o “homem que agiganta” a Ponte Preta e virou um “papa grandes” no Paulistão.
Agora só o imbatível Corinthians está invicto, mesmo “jogando quando quer”. Tanto que fechou a rodada com a maior pontuação do Paulistão: 32 pontos, contra 29 do Santos.
Campinas, SP, 26 (AFI) – O comando da Seleção Futebol Interior da 12.ª rodada do Campeonato Paulista é de Guto Ferreira, o “homem que agiganta” a Ponte Preta e virou um “papa grandes” no Paulistão. Nesta quinta-feira ele derrubou a invencibilidade do Santos, vencendo por 3 a 1, no Majestoso, em Campinas. Agora só o imbatível Corinthians está invicto, mesmo “jogando quando quer”. Tanto que fechou a rodada com a maior pontuação do Paulistão: 32 pontos, contra 29 do Santos.

No campo, com tantos atacantes brilhando, foi difícil escalar zagueiros e laterais. Por isso, o time foi armado com três zagueiros e um deles improvisado. A rodada também teve belos gols, nenhum igual ao que Robinho fez em cima de Rogério Ceni, carimbando a sua partida de número – incrível – 1200 pelo Tricolor.
A supremacia dos grandes é evidente, mas os times do Interior continuam correndo atrás de pontos. A única vaga a ser disputada pelas quartas de final sairá mesmo do frágil Grupo D. Outros sete times estão classificados ou quase: São Paulo e Red Bull (Grupo A); Corinthians e Ponte Preta (Grupo B); Palmeiras e Botafogo (Grupo C); e Santos (Grupo D).

Confira a Seleção Futebol Interior da 12.ª rodada:
Henal (São Bento);
Adalberto (Linense), Tiago Alves (Ponte Preta) e Renan Luis (Rio Claro);
Petros (Corinthians), Renan Foguinho (Xv Piracicaba), Rondinelly (Osasco Audax) e Robinho (Palmeiras);
Guerrero (Corinthians), Edmilson (Red Bull) e Rafael Marques (Palmeiras).
Técnico: Guto Ferreira (Ponte Preta)
Goleiro: Henal (São Bento)
Para quem era cotado a ser o terceiro goleiro na volta ao time sorocabano à elite paulista, de repente se tornou titular e uma figura importante na campanha do time para se manter no Paulistão em 2016. Mais uma vez ele fez grandes defesas no empate sem gol contra o Bragantino, no Walter Ribeiro. Outros goleiros também foram bem, como Lauro, do Bragantino, que foi para o sacrifício porque ainda não está totalmente recuperado de uma lesão muscular.
Zagueiro: Adalberto (Linense)
A sua disposição de ir em todas as bolas para neutralizar os adversários, resultou em dois lances curiosos: bateu a cabeça duas vezes com seus companheiros. Primeiro com Álvaro e depois com Bruno Moura. No resumo, foi um gigante na defesa do time de Lins, que acabou vencendo o Mogi Mirim, por 1 a 0, e saindo da zona de descenso.
Zagueiro: Tiago Alves (Ponte Preta)
Desde que ganhou a titularidade da Ponte Preta, Tiago Alves voltou a ser o grande líder do setor defensivo pontepretano. A sua garra fez a diferença para que a Macaca conquistasse três pontos diante do Santos, a segunda vitória da Macaca sobre um dos Grandes no Paulistão.

Zagueiro: Renan Luis (Rio Claro)
Ainda jovem, aos poucos, está evoluindo e mostrando toda a condição técnica que possui desde a base da Ponte Preta. Marcou bem e ainda tentou forçar as jogadas ofensivas pelo seu lado, seguindo orientações do técnico Estevam Soares. Não é zagueiro, mas acabou “improvisado” no esquema armado com três defensores.
Volante: Renan Foguinho (XV de Piracicaba)
Sem sequência de jogos, vinha de altos e baixos. Mas desta vez teve uma boa atuação e salvou o time da derrota contra o Rio Claro, ao marcar o gol de empate nos acréscimos. Por isso mesmo, Seleção nele!
Volante: Petros (Corinthians)
Escalado como segundo volante, Petros mostrou qualidade e foi um dos melhores em campo na boa vitória por 5 a 3 sobre o Penapolense. A versatilidade do camisa 40 apareceu sobretudo no primeiro tempo, quando ele marcou o quarto gol do Timão na partida.

Meia: Robinho (Palmeiras)
Somente pelo golaço que fez, num chute preciso e de efeito na intermediária, em cima de Rogério Ceni, no clássico com o São Paulo, bastaria sua inclusão na Seleção FI. Mas foi além disso, porque participou ativamente do jogo, como aliás tem feito desde o início do Paulistão. De um reforço considerado de “segunda linha”, de repente, se tornou numa peça importante.
Meia: Rondinelly (Osasco Audax)
Principal responsável pela importante vitória do Osasco Audax sobre o Capivariano. Logo depois de entrar no lugar de Rafael Longuine, Rondinelli marcou um golaço e abriu o placar para os donos da casa. Ele mesmo ampliaria aos 30 minutos do segundo tempo e depois ainda participou do terceiro gol, marcado por Bruno Paulo.
Atacante: Guerrero (Corinthians)
O técnico Tite optou por um time misto diante do Penapolense, nesta quinta-feira, mas não abriu mão de seu artilheiro. O peruano correspondeu e anotou dois dos cinco gols corintianos na goleada por 5 a 3, na Arena. Ele ainda deu um passe primoroso para Emerson Sheik, que culminou no gol mais bonito da partida.

Atacante: Rafael Marques (Palmeiras)
Esta é sua segunda indicação seguida para a Seleção FI. Mas aqui é assim: jogou bem, entra mesmo, não importa se já assinou seu nome em outra relação. Mesmo porque ele manteve seu alto nível de importância no ataque do Palmeiras, na vitória sobre o São Paulo, por 3 a 0. Marcou o segundo gol num chute de quem sabe “o lugar certo” para matar o goleiro e no terceiro gol pegou de primeira o cruzamento de Zé Roberto. Um golaço, que ele comentou satisfeito. “Tinha tido uma chance parecida ano passado no Botafogo-RJ, num passe de Seedorf. Mas não deu certo daquela vez, porque a bola tocou na trave. Desta vez deu certo e fiquei muito feliz”.

Atacante: Edmílson (Red Bull)
Ex-atacante de Vasco e Palmeiras, Edmílson caiu feito uma luva no esquema tático do Red Bull e vem contribuindo com seus gols. Na partida contra o Marília, nesta quarta-feira, foi o responsável por abrir o placar, que terminou com a vitória por 2 a 0. Ele ainda teve contribuição ofensiva durante todo o jogo.
Técnico: Guto Ferreira (Ponte Preta)
Virou o “papa grandes” ao quebrar a invencibilidade do Santos, nesta quinta-feira, por 3 a 1, dentro do Majestoso, em Campinas. Antes já tinha derrubado o Palmeiras, por 1 a 0, dentro da
Arena Palestra. Não é à toa que a Macaca voltou a abrir cinco pontos de vantagem sobre o Osasco Audax, na briga pela segunda vaga do Grupo B: 24 a 19. Na frente, só o Corinthians, com 32 pontos e, agora, único invicto da competição.
Guto completou 80 jogos no comando da Macaca em duas passagens pelo clube. Nesta segunda vez, já foram 39 jogos e em apenas dois jogos seu time não marcou gols. Em 80 jogos foram 41 vitórias, 21 empates e 18 derrotas, com aproveitamento de 61% – excelente. O ataque marcou 118 gols e a defesa sofreu 78, com saldo de 40 gols (Dados de EDU PINHEIRO, da Rádio Bandeirantes AM – Campinas)
Curiosamente nos dois jogos contra o América Mineiro, no Brasileiro da Série B do ano passado. Outro detalhe: nas três vezes que Guto enfrentou ao Santos com a Ponte Preta ele venceu: 1 a 0 e duas vezes por 3 a 1. Ou seja, o Peixe é freguês da Ponte de Guto Ferreira.






































































































































