Seleção Futebol Interior do BRASILEIRÃO traz autores de golaços e recordista

Rogério Ceni se isolou como o décimo maior artilheiro do São Paulo na história e entrou para o esquadrão FI

Mais uma rodada e o Campeonato Brasileiro segue sendo dominado por surpresas.

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Campinas, SP, 07 (AFI) – Mais uma rodada e o Campeonato Brasileiro segue sendo dominado por surpresas. O Atlético-PR segue na ponta após boa vitória sobre o Vasco e a Ponte Preta, mesmo apenas empatando com o Santos, segue firme no G4. Quem chega forte é o São Paulo. O Tricolor bateu o Grêmio por 2 a 0 e entrou na briga pela liderança e seus craques brilharam mais uma vez.

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om tantos jogos emocionantes, resultados decididos no final da partida, recordes quebrados e clássicos concluídos, a Seleção Futebol Interior da sexta rodada está repleta de surpresas, jogadores experientes e obviedades.

No gol, novamente Rogério Ceni, que se tornou o décimo maior artilheiro da história do São Paulo, com 129 pontos. Não é a toa que ele recebeu o apelido de MITO dos são-paulinos. Jogadores que marcaram verdadeiros golaços, como Geuvânio, do Santos e Vitinho, do Internacional, também estão no esquadrão.

Confira a SELEÇÃO FUTEBOL INTERIOR DA 6ª RODADA:

Rogério Ceni (São Paulo)

Bruno (São Paulo), Jeci (Avaí), Gustavo (Atlético-PR) e Fábio Santos (Corinthians);

Edson (Fluminense), Gabriel (Flamengo) e Vitinho (Internacional);

Clayton (Figueirense), Geuvânio (Santos) e Walter (Atlético-PR).

Técnico: Vanderlei Luxemburgo (Cruzeiro)

Rogério Ceni recebe placa pelo recorde de gols pelo São Paulo
Rogério Ceni recebe placa pelo recorde de gols pelo São Paulo

Goleiro: Rogério Ceni (São Paulo)
Rogério Ceni foi mais uma vez o nome da vitória do São Paulo diante do Grêmio por 2 a 0. O goleiro foi seguro em toda partida, fez boas defesas e ainda balançou as redes em cobrança de pênalti, gol que o fez passar o ídolo Raí na artilharia tricolor. Agora, é o 10° maior artilheiro da história do clube com 129 gols.

Lateral-direito: Bruno (São Paulo)
O lado direito defensivo é um problema de anos que enfrenta o São Paulo. Bruno chegou no início desta temporada para suprir isto e convive com boas e ruins atuações. Contra o Grêmio foi muito bem, apoiando e marcando com eficiência, parando a principal rota de fuga do Tricolor Gaúcho na partida.

Zagueiro: Jeci (Avaí)
Não é de hoje que vem caindo nas graças da torcida. O técnico Gilson Kleina mudou o esquema tático para encarar o Goiás e mandou a campo três zagueiros. Atuando pelo lado direito, o defensor conseguiu fechar bem os espaços e parou o ataque do time esmeraldino, que teve um bom começo de Brasileirão, mas não fez nada neste domingo.

Zagueiro: Gustavo (Atlético-PR)
É incrível como este jogador rodado, que começou no Guarani, passou pela POnte Preta, Palmeiras e Paraná, entre outros clubes, mostra eficiência com sua experiência. Tem sido o líder do rubro-negro paranaense. E ainda tem ajudado no ataque. Ele sofreu o pênalti ao ser agarrado pela camisa por um adversário. Logo em seguida, de cabeça, acertou a trave do goleiro Charles, do Vasco, que está na zona de rebaixamento e em crise.

Lateral-esquerdo: Fábio Santos (Corinthians)
Um dos mais experientes do atual elenco corintiano, Fábio santos fez uma partida bastante segura diante do Joinville. Se tecnicamente não chamou a atenção, taticamente foi perfeito. Preciso nos desarmes, iniciou a jogada que culminou no gol de Jadson, no final da primeira etapa de jogo.

Edson foi um dos poucos do Fluminense que jogou bem contra o Sport
Edson foi um dos poucos do Fluminense que jogou bem contra o Sport

Volante: Edson (Fluminense)
Se o Flu não foi bem contra o Sport, o volante Edson ao menos tentou mudar a história do jogo. Com liberdade para ir ao ataque, arriscou dois chutes de fora da área e quase marcou um gol de cabeça, após cobrança de escanteio.

Meia: Gabriel (Flamengo)
Foi quem mais procurou o jogo no rubro-negro carioca, ainda atuando sem um esquema tático e precisando vencer na base do “vamos que vamos!”. O mais consciente do time acabou sendo o autor do gol da magra vitória sobre a Chapecoense, por 1 a 0, no Maracanã, que valeu tirar o Mengão da zona do rebaixamento. O time catarinense, curiosamente, perdeu pela terceira vez fora de casa, mas já ganhou as três em casa e tem 9 pontos, numa campanha regular.

Meia: Vitinho (Internacional)
Lembrou o Vitinho que jogou muito no Botafogo há dois anos, quando apareceu para o futebol brasileiro. Habilidoso, o meia infernizou a zaga do Coritiba. Marcou um golaço ao acertar um raro chute de esquerda, na entrada da área, sem chances para o goleiro adversário. Participou diretamente do segundo gol do Inter, marcado por Nilmar.

Vitinho marcou um golaço contra o Coxa Branca
Vitinho marcou um golaço contra o Coxa Branca

Atacante: Clayton (Figueirense)
Clayton teve uma grande atuação na vitória do Figueirense frente ao Palmeiras, por 2 a 1, na noite deste domingo. O atacante foi a principal arma do setor ofensivo, participando das principais jogadas de ataque. Além de cruzar a bola que originou a falha de Fernando Prass – o goleiro soltou nos pés de Carlos Alberto, que não perdoou – deu a assistência para o gol de Thiago Santana.

Atacante: Geuvânio (Santos)
Habilidoso, Geuvânio lembra os chamados pontas que se perpetuaram no futebol brasileiro até a década de 1980. Deu muito trabalho para a defesa pontepretana e marcou um golaço, em um raro chute de virada, que entrou n o ângulo de Marcelo Lomba.

Atacante: Walter (Atlético-PR)
É duro ver um jogador com seu perfil, acima do peso (para não dizer gordo) vestir a camisa de um grande clube como São Paulo, Fluminense ou Cruzeiro, mas ele é extremamente útil num time de porte médio, muito bem dirigido por Milton Mendes, com base no futebol português. Walter chuta forte, chama atenção dos zagueiros e dá passes valiosos para seus companheiros. Ele serviu de garçom para o gol de Ytalo já nos acréscimos.

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Técnico: Vanderlei Luxemburgo (Cruzeiro)
Sem aprovação da torcida desde a sua chegada, Luxa está caindo na graça dos cruzeirenses. No sábado foi um dos responsáveis pela bela vitória diante do Galo, por 3 a 1. Com um esquema tático diferente, fez com que o time produzisse mais e chegasse ao fim de jejum de dez jogos sem vitória sobre o rival.

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