Seleção FI com operários e estrelas como Diego, do Fla, e Marquinhos, do Avaí
O técnico escolhido para a seleção foi Reinaldo Rueda, que comandou o Flamengo na goleada contra o Corinthians por 3 a 0
O técnico escolhido para a seleção foi Reinaldo Rueda, que comandou o Flamengo na goleada contra o Corinthians por 3 a 0
São Paulo, SP, 20 (AFI) – A 37ª rodada do Campeonato Brasileiro terminou nesta segunda-feira. Grêmio e Palmeiras perderam e permitiram a aproximação do Santos, que segue dentro do G4. Na luta contra o rebaixamento, o Atlético-GO teve o descenso confirmado, enquanto Avaí, Sport e Ponte Preta ainda sonham.
A equipe vem com muitos jogadores operários, que são essenciais para seus clubes. Diego é a grande estrela. O meia é um dos destaques do Flamengo e vem sendo convocado por Tite na Seleção Brasileiro. Marquinhos, do Avaí, é o outro craque no bolo.
O técnico escolhido para comandar a seleção foi Reinaldo Rueda, que chegou com pompa no Flamengo, mas viu o time fazer sua melhor exibição na goleada sobre o líder Corinthians por 3 a 0.
CONFIRA A SELEÇÃO DA RODADA DO FI:
Diego Alves (Flamengo);
Edimar (São Paulo), Thiago Heleno (Atlético-PR), Igor Rabelo (Botafogo) e Bryan (Cruzeiro);
Patrick (Sport), Marquinhos (Avaí), Diego (Flamengo) e Otero (Atlético-MG);
David (Vitória) e Copete (Santos).
Técnico: Reinaldo Rueda (Flamengo)
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Goleiro: Diego Alves (Flamengo)
Se lá na frente o Flamengo não teve dificuldades para passar pelo líder e campeão Corinthians, lá atrás o goleiro Diego Alves teve que trabalhar para assegurar a vitória por 3 a 0 na Ilha do Urubu. O experiente jogador foi fundamental com três defesas incríveis para assegurar o placar. Além disso, junto com Diego, teve participação direta na contenção da briga entre Felipe Vizeu e Rhodolfo.
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Lateral: Edimar (São Paulo)
Mais uma atuação segura do lateral são paulino. Edimar conseguiu conter os avanços do Botafogo pelas pontas, setor que o time carioca estava buscando jogo. Conseguiu uma caneta em cima de Bruno Silva no comecinho do jogo e ainda poderia ter decidido a partida no início do segundo tempo, quando carregou a bola no meio campo e lançou Lucas Pratto. O argentino, frente a frente com Gatito, conseguiu bater na trave.
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Zagueiro: Thiago Heleno (Atlético-PR)
Se Wanderson vai ter uma noite para esquecer, o companheiro Thiago Heleno teve mais uma grande partida com a camisa do Atlético-PR. O zagueiro foi o xerife do sistema defensivo, fechou os espaços do Vasco e na última bola que passou foi um gol contra, numa falha completa e única de Wanderson. Thiago Heleno ainda marcou um gol na vitória por 3 a 1 dentro da Arena da Baixada.
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Zagueiro: Igor Rabelo (Botafogo)
Se o São Paulo não conseguiu marcar nenhum gol no Pacaembu muito se deve a atuação segura de Igor Rabello. O zagueiro estava sempre na cobertura da marcação, fechou os espaços do adversário e controlou o setor. Por um momento poderia ter tudo ido por água abaixo, num desentendimento com Gatito, mas, por sorte, a bola acabou na linha de fundo.
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Lateral: Bryan (Cruzeiro)
A responsabilidade em cima de Bryan era gigantesca: ter que substituir Diogo Barbosa, consagrado com a camisa do Cruzeiro e negociado com o Palmeiras. Mas, no seu primeiro jogo como titular absoluto o jovem mostrou que tem qualidade para seguir no time de Mano Menezes. É verdade que o Vitória abriu o placar graças a um pênalti que a bola bateu no braço do lateral, mas, mais tarde, ele mandou a bola três vezes na trave e não parou de buscar jogo. Tanto que deu a assistência para Alisson empatar a partida.
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Volante: Patrick (Sport)
Sabe como garantir a segurança do Sport no meio campo. Patrick é inteligente, rápido e tem saída de bola, por isso é um dos jogadores mais versáteis do elenco do Sport. Contra o Bahia, em clássico que poderia definir o futuro do campeonato, ele foi fundamental para desarmar os principais jogadores baianos, como Zé Rafael e Allione, e ainda conseguiu armar alguns contra-ataques.
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Meia: Marquinhos (Avaí)
Marquinhos brilhou na vitória do Avaí diante do Palmeiras por 2 a 1. O meia criou as principais oportunidades de ataque do time do Leão e chamou a responssabilidade ao cobrar o pênalti em cima de Fernando Prass: certeiro, que iniciou o triundo da equipe catarinense. O jogador voltou a mostrar aquele bem futebol do passado.
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Meia: Diego (Flamengo)
Voltou a decidir os jogos para o Flamengo e, desta vez, era uma decisão com o líder e campeão Corinthians dentro da Ilha do Urubu. A goleada por 3 a 0 passou pelos pés e cabeça do experiente jogador, que ditou o ritmo da partida e ainda marcou um lindo gol de pênalti. Assim como Diego Alves, foi fundamental para controlar os ânimos na confusão entre Rhodolfo e Felipe Vizeu no final do primeiro tempo.
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Meia: Otero (Atlético-MG)
Que noite inesquecível do meia venezuelano. Abriu o placar aos quatro minutos em uma finalização rasteira indefensável para Wilson e, mais tarde, marcou o gol mais bonito de toda a competição. Do meio de campo ele conseguiu bater a bola sem quicar e encobriu o goleiro, no famoso ‘gol que Pelé não fez’. A goleada por 3 a 0 em cima do Coritiba, que encostou o time no G7, passa totalmente pelos pés do jogador.
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Atacante: David (Vitória)
Caminha de vento em popa para ser o grande destaque do Vitória no campeonato. Prestes a ser negociado com o Palmeiras, clube que já demonstrou interesse no atacante, David fez uma das suas melhores partidas com o time de Salvador. Abriu o placar contra o Cruzeiro numa cobrança de pênalti e mais tarde poderia ter matado o jogo, ao passar por três marcadores e tentar encobrir o goleiro Fábio – a bola acabou na linha de fundo.
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Atacante: Copete (Santos)
O jogo com o Grêmio dentro da Vila Belmiro poderia definir o futuro do Santos no Campeonato Brasileiro. Precisando de quatro pontos para se garantir no G4, que lhe garantir na fase de grupos da Libertadores, o time conseguiu uma vitória importantíssima contra os gaúchos, graças a estrela de Copete. O atacante aproveitou a chance que teve para sair frente a frente com Paulo Victor e tocar por cima do goleiro.
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Técnico: Reinaldo Rueda (Flamengo)
A pressão em cima do Flamengo era gigantesca e os jogadores não souberem esconder. Felipe Vizeu e Rhodolfo chegaram a discutir pesado dentro de campo, com empurrões e ofensas, mas o técnico foi inteligente ao colocar panos quentes na situação. Rueda conseguiu armar um time sem Guerrero e ainda propôs um jogo de marcação alta e pressão no Corinthians, que resultou em três gols ainda no primeiro tempo. A goleada na Ilha do Urubu deixou o time na briga direta por uma vaga na Pré-Libertadores.






































































































































