Seleção da Série C tem ex-santistas e destaques da 1ª rodada
O volante Germano e o técnico Márcio Fernandes estão entre os melhores
O volante Germano e o técnico Márcio Fernandes estão entre os melhores
Campinas, SP, 17 (AFI) – Finalmente começou um dos torneios mais equilibrados teve seu começo. Com promessa de emoção do começo ao final, a Série C do Campeonato Brasileiro teve início neste final de semana, com cinco empates, o que mostra a igualdade dos times. Equipes tradicionais como Londrina, Vila Nova e Fortaleza tiveram um bom começo.
Os paulistas, por outro lado, mostraram que devem sofrer durante a competição, pois ninguém conseguiu vencer. Enquanto o Guarani ficou no empate com o fraco Guaratinguetá, fora de casa, a Portuguesa foi derrotada pelo Londrina
Confira a Seleção da 1ª rodada da Série C:
Luciano (Salgueiro);
Hélder (Juventude). Flávio Boaventura (América-RN), Adalberto (Fortaleza) e Luiz Paulo (Madureira);
Germano (Londrina), Jackson (Guaratinguetá), Paulinho Mossoró (Salgueiro) e Fumagalli (Guarani);
Gabriel Davis (Tupi) e Moisés (Vila Nova)
Goleiro: Luciano (Salgueiro)
Um dos principais responsáveis pela vitória do Salgueiro sobre o Botafogo-PB na estreia. O experiente arqueiro fez três defesas milagrosas, evitando que o Belo empatasse a partida no Almeidão.
Lateral-direito: Hélder (Juventude)
Um dos maiores destaques do Juventude durante o Gauchão, chamou atenção do Grêmio e não à toa. O jogador é a grande válvula de escape do Ju na saída de bola. Mesmo pressionado pelo Brasil, mostrou bom passe e técnica para ajudar o time da Serra Gaúcha a sair para o campo de ataque. Deve ser um dos principais jogadores da equipe na Série C.

Zagueiro: Flávio Boaventura (América-RN)
Mais uma vez foi um gigante na defesa e no ataque. Na primeira etapa, mostrou sua desenvoltura no jogo aéreo e abriu o placar para América-RN na partida contra o Águia. Perdeu dois companheiros, expulsos, e teve que se desdobrar junto com o restante do time para segurar a pressão do adversário. Comandou a defesa, mas nos minutos finais os paraenses reagiram.
Zagueiro: Adalberto (Fortaleza)
É um líder nato e faz na defesa o simples e básico: marca bem e joga sério. Mas é uma peça fundamental nas bolas aradas quando desce na área adversária. Sempre leva perigo e marcou um gol – com um biquinho de chuteira – na vitória do Fortaleza sobre o Icasa, por 2 a 0.
Lateral-esquerdo: Luiz Paulo (Madureira)
Principalmente no primeiro tempo, Luiz Paulo foi a válvula de escape do Madureira. Aproveitando a frágil marcação de Jaiminho, que seria substituído no segundo tempo, o lateral participou de bons lances e arriscou algumas finalizações.

Volante: Germano (Londrina)
Por sua experiência apenas sempre se destaca no meio-campo do Tubarão. Mas desta vez, além de desempanhar o papel de líder e de marcador ele também foi o artilheiro no vazio Estádio do Café – com portões fechados. ele marcou de cabeça os dois gols da virada sobre a Portuguesa, por 2 a 1, na abertura da competição.

Meia: Fumagalli (Guarani)
Chegam jogadores, saem jogadores, começam campeonato, terminam campeonato e o destaque do Guarani segue o mesmo: Fumagalli. O veterano comanda o sistema ofensivo e sempre que pega na bola leva perigo. Quando o Bugre precisou pressionar o adversário, o meia chamou a responsabilidade e criou boas chances, mas não conseguiu marcar. Se os companheiros de ataque tivessem 10% da capacidade de Fumagalli, o Bugre teria melhor sorte na temporada.
Meia: Jackson (Guaratinguetá)
Com 30 anos, foi o vovô do Guaratinguetá que foi a campo para encarar o Guarani no último domingo. Com um time recheado de jogadores do sub-20, o meio-campista assumiu a responsabilidade de comandar os jovens e foi o jogador mais perigoso do “pior time do Brasil”. Mesmo sendo comandado por um treinador desqualificado, tem personalidade e futebol para se destacar num equipe tão ruim.
Meia: Paulinho Mossoró (Salgueiro)
Com a perda de Lúcio para o Santa Cruz, Mossoró se tornou o principal comandante do meio-campo do Carcará na Série C. Ele começou sua missão neste domingo ao fazer uma grande partida e surpreender o Botafogo, na Paraíba. Arriscou de fora da área, deixou os companheiros em condições boas para marcar e ajudou na vitória sobre o Belo.
Atacante: Moisés (Vila Nova)
Moisés é ainda um anônimo no cenário do futebol nacional. Com passagens por times pequenos, sobretudo no interior goiano, chegou ao Vila após uma campanha de destaque no Anápolis pela Segundona Goiana. Mas se depender da primeira impressão deixada, já conquistou a torcida colorada. A verdade é que o time apresentou um futebol fraco, mas o golaço de bicicleta salvou a lavoura.
Atacante: Gabriel Davis (Tupi)
O Tupi foi a Tombos e jogou por uma bola. Contratado do Villa Nova, ele disputava uma vaga entre os titulares com Felipe Augusto. O companheiro ganhou a briga e começou como titular. Gabriel Davis, contudo, entrou no segundo tempo e decidiu o jogo marcando o gol. Será que o técnico Leston Júnior vai ter a mesma dúvida no próximo jogo?

Técnico: Márcio Fernandes (Vila Nova-GO)
Há duas semanas ele conseguiu tirar o time mais popular de Goiás da Segunda Divisão do Estado para chegar à elite em 2016. E agora estreou com o pé direito na Série C do Brasileiro, batendo o Cuiabá – campeão da Copa Verde e do Mato Grosso, um dos times mais fortes do Grupo A. Mas outros técnicos também continuam em alta como marcelo Chamusca, do Fortaleza, que venceu o Icasa, por 2 a 0. Mas há muitos profissionais de altas condições para comandar seus times.





































































































































