Seleção da Série B tem artilheiros da defesa ao ataque.Veja!
Campinas, SP, 7 (AFI) – Dos onze selecionados para a Seleção Futebol Interior da nona rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, somente o goleiro, lateral-esquerdo e um meia não foram às redes adversárias. De resto, todos podem ser considerados artilheiros.
Mas o goleador máximo da rodada foi o atacante Valdir Papel, do ABC. Ele marcou os três gols do time potiguar no empate, em Natal, por 3 a 3, com o Ceará, no melhor jogo da rodada. Luiz Carlos, do Ceará, também não ficou atrás e fez dois.
Para comandar uma equipe ofensiva e com faro de gol ninguém melhor que Heriberto da Cunha (foto), do Barueri. O time paulista vem de três vitórias seguidas e parece ter encontrado a melhor forma de atuar sob a batuta de Heriberto.
Confira as feras que fizeram a diferença pela 9ª rodada da Série B:
Goleiro: Max (Vila Nova-GO): Aos 33 anos, o ex-goleiro do Botafogo parece ter reencontrado sua melhor forma física e técnica. Fechou o gol contra o Fortaleza, defendendo, inclusive, um pênalti.
Lateral-direito: Naves (Paraná): Forte no apoio e seguro na marcação, Naves é homem de confiança de Rogério Perrô. Contra o Criciúma, teve mais uma boa atuação, que foi consagrada com um gol.
Zagueiro: Carlinhos (Vila Nova-GO): O imortal Carlinhos, que já passou por Guaratinguetá e iniciou a carreira no Guarani, é a segurança da defesa do Vila Nova. Mostrou isso contra o Fortaleza. Além disso, achou tempo para subiu ao ataque e deixar sua marca.
Zagueiro: Júnior Baiano (Brasiliense): O veterano defensor não desaponta o presidente Luiz Estevão, que apostou em sua experiência para a disputa da Série B. Contra a Ponte, neutralizou o ataque adversário e mostrou faro de artilheiro ao aproveitar rebote de Aranha e abrir o placar para o Jacaré.
Lateral-esquerdo: Ávine (Bahia): Ele não marcou, mas nem por isso deixou de ser o destaque do Bahia na vitória sobre o Avaí. Jogando como ala, esteve sempre presente nas jogadas ofensivas do Bahia, mas, nem por isso, descuidou da defesa.
Volante: Renan (Juventude): Renan foi o salvador da pátria do Juventude. Depois de já ter feito sua parte na contensão do meio-campo, o jogador se arriscou ao ataque e marcou o gol da vitória sobre o América, aos 48 minutos do segundo tempo.
Meia: Marcelinho Carioca (Santo André): Um verdadeiro maestro. Fex, inclusive, lembrar os tempos áureos de Corinthians. Guardou um de pênalti e ainda deu assistência para outro.
Meia: Guaru (Barueri): Entrou para mudar a história da partida e assim fez em um único lance. Logo em seu primeiro toque na bola, sofreu o pênalti convertido por Pedrão que deu a vitória, por 2 a 1, sobre o Bragantino.
Atacante: Jobson (Brasiliense): Infernizou, barbarizou a defesa da Ponte Preta, que ficou perdidinha correndo atrás do ligeiro atacante. Como se não bastasse isso, fez um gol, mesmo que sem querer.
Atacante: Valdir Papel (ABC-RN): (foto) O artilheiro não marcava há mais de um mês e desencantou em tose tripla. Fez dois de cabeça, sua jogada principal, e um de pênalti, mesmo não tendo feito um primor de cobrança.
Atacante: Luiz Carlos (Ceará): Era dúvida para a partida, mas Lula Pereira apostou no centroavante e se deu bem. Forte e habilidoso (duas qualidades que dificilmente se conciliam em um jogador), deitou e rolou na defesa do ABC. Marcou dois, mas poderia ter feito mais.
Técnico: Heriberto da Cunha (Barueri): Nas mãos de Heriberto da Cunha, o Barueri se transformou em um dos favoritos ao acesso na Série B. Já são três vitórias seguidas e um futebol envolvente. Além disso, o treinador mostrou estrela ao colocar Guaru e Pedrão na partida contra o Braga. Ambos decidiram.





































































































































