Segundona: Goleiro pede apoio da torcida por segunda vitória do América
É verdade que o América não vem apresentando um bom futebol. Mas a situação do time poderia ser pior se Guilherme não estivesse com a ‘camisa 1’
É verdade que o América não vem apresentando um bom futebol. Mas a situação do time poderia ser pior se Guilherme não estivesse com a ‘camisa 1’
São José do Rio Preto, SP, 05 (AFI) – Destaque do América no Campeonato Paulista da Segunda Divisão, o goleiro Guilherme Henrique (foto abaixo) pediu o apoio do torcedor no duelo contra o Fernandópolis, marcado para este domingo, às 10 horas, no Estádio Teixeirão, pela oitava rodada do Grupo 1.
É verdade que o América não vem apresentando um bom futebol. Mas a situação do time poderia ser pior se Guilherme não estivesse com a ‘camisa 1’. Ele tem sido muito seguro, e vem pegando até pênalti para manter o time na briga pela classificação à próxima fase.
Guilherme Henrique sabia das dificuldades que encontraria no América. Falou sobre a competição e segue confiante na vaga do Grupo 1.

“Quando acertei com o América eu sabia das dificuldades. Ainda mais por conhecer a Segundona, um campeonato difícil e que exige muito de todos os times. Por isso que sempre venho batendo na tecla de que a ajuda do torcedor é essencial. Eles precisam nos apoio. Espero que venham ao Teixeirão no domingo”, disse o arqueiro.
O Mecão vem de empate fora de casa 2 a 2, diante do lanterna Bandeirante de Birigui. Já o Fefecê foi até a cidade de Osvaldo Cruz e venceu o time da casa pelo placar de 2 a 1.
Na classificação, o América está na oitava colocação com sete pontos ganhos enquanto o representante de Fernandópolis, aparece no G4, na terceira posição com 11 pontos na tabela
SEM APOIO
Sem apoio dos empresários e principalmente da torcida amaericana que não tem prestigiado o time na Segundona, o presidente José Carlos Pereira Neto, o Zé Branco, vem trabalhando e muito no sentido de deixar em dia os vencimentos dos funcionários do clube, da comissão técnica e o grupo de atletas.
“Realmente fica muito difícil tocar futebol hoje em dia. O que a gente lamenta é que a nossa cidade tem 600 mil habitantes e, ninguém está aí com o clube de muita tradição no cenário paulista”, disse o dirigente americano.





































































































































