Segundona: Com 5 zagueiros, Manthiqueira muda tática sem abandonar jogo ofensivo
Léo Costa, zagueiro e volante, ressaltou que a postura defensiva da equipe laranja foi fundamental para a conquista do título
Léo Costa, zagueiro e volante, ressaltou que a postura defensiva da equipe laranja foi fundamental para a conquista do título
Guaratinguetá, SP, 02 (AFI) – Apesar de ter o jogo ofensivo com uma de suas filosofias, o Manthiqueira provou ser uma equipe sólida na zaga, principalmente na fase final da Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Com apenas quatro gols sofridos nos seis jogos do mata-mata – entre quartas, semifinal e final –, Léo Costa, zagueiro e volante, ressaltou que a postura defensiva da equipe laranja foi fundamental para a conquista do título.
“Nosso time tem cinco zagueiros, que jogam nas posições da defesa como volantes, laterais e zagueiros de origem mesmo. É incrível como a gente consegue jogar para frente mesmo assim. O Léo Turbo, por exemplo, é um zagueiro que sobe constantemente para o ataque, quando tem bola na área do adversário ele vai para cabecear”, afirmou o camisa 3.
Um dos mantras utilizados pelo técnico Luís Felipe é o equilíbrio. “Fazer com que os dois sistemas (defensivo e ofensivo) se conversem”. A tarefa não tem sido fácil, segundo o comandante, mas surtiu efeito na vitória por 2 a 1 contra o EC São Bernardo, na final do campeonato neste sábado (30), em Guaratinguetá.
“A gente tenta, a cada dia, diminuir os espaços na defesa, mostrar que o Manthiqueira não sabe só jogar com a bola no pé, mas também se porta taticamente. Jogar para frente é da filosofia do clube, mas para termos um ataque efetivo, precisamos cuidar da nossa zaga. Mostramos que isso é possível”, explicou.
Nas últimas nove partidas, o Manthiqueira não tomou mais de dois gols em nenhuma ocasião. Além disso, tem sido muito mais fortalecido nas bolas aéreas. Para Luís Felipe, o grande responsável por isso é o treino repetitivo. “Quando você treina muito todos os dias, não importa como você vai levar seu time a campo. A filosofia está na cabeça do jogador. Ele sabe o que tem que fazer”, acrescentou.
Lívia Camillo, de Guaratinguetá, especial para FPF





































































































































