Se pelo menos torcedores de organizada da Ponte cobrassem programação cheia de treinos!

Pequeno grupo da Torcida Jovem manifesta apoio ao elenco e comissão técnica

Se pelo menos torcedores de organizada da Ponte cobrassem programação cheia de treinos!

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Se quiserem opinar sobre a Seleção Brasileira, fiquem à vontade. Esta postagem foi feita no começo da noite desta quinta-feira, portando antes do duelo Brasil x Equador.

Cabe informar que as colunas agregadas ao Blog estão no ar, principalmente a Informacão que tem sido um sucesso, visto que é raro, em Campinas, quem não tem cachorro em sua casa ou apartamento.

Aí ouço que cerca de 20 torcedores pontepretanos compareceram ao centro de treinamentos do Jardim Eulina para manifestar apoio ao time, treinador Gílson Kleina e gerente de futebol Gustavo Bueno. E disseram que integram a Torcida Jovem da Ponte Preta.

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Difícil imaginar que aquele pequeno grupo interpreta o pensamento de uma torcida que nasceu com a consciência de então jovens pontepretano fundadores como Maurício Lombardi, Sidnei Antonio Virginelli (Sidão), Laércio Ferreira e Pedro Bonfim Zini Neto, que sabiam discernir perfeitamente o slogan independente.

Fica a dúvida se não colocaram um ‘melzinho’ na boca desses 20 torcedores, que, em última análise, deveriam participar de reunião cobrando de cara programação condizente de treinamentos da semana.

PERI CHAIB

Lembro-me que Peri Chaib, enquanto diretor de futebol da Ponte Preta, exigia da comissão técnica a agenda semanal de treinamentos.

E ai se dia sim, outro dia também, observasse treino em um período e folga em outro. Agora, em vários dias da semana – conforme divulgação da mídia – a boleirada da Ponte Preta teve folgas.

Epa! Eis um assunto que merecia duro questionamento dos tais torcedores da organizada que manifestaram apoio.

Um time que até fisicamente deve melhor rendimento, a comissão técnica tem que dar descanso à boleira?

Tem uma ova. Se não querem desgastar os jogadores, que os levem para confortável salão e exibam vídeos mostrando incontáveis erros da equipe, visando à devida correção.

Aí, seria possível mostrar facilmente ao lateral Jefferson, por exemplo, que com corredor livre para avançar não precisa mecanicamente recuar a bola a volante e zagueiro.

ZÉ DUARTE

Esse negócio de folga pra boleiro é complicado, e por isso sabiamente o saudoso treinador Zé Duarte evitava.

Zé evitava deixar a boleirada livre no período da tarde. Matreiro, sabia do risco de resenhas regadas a dezenas de latinhas de cerveja.

Pra evitar que a boleirada desse escapadinha na noitada, Zé exigia que, após o expediente, jantasse no clube. Projetava que, de ‘bucho’ cheio, a turma nem teria disposição pra sair de casa.

Zé Duarte ia além: circunstancialmente programava alvorada nos clubes que dirigia, às sete da ‘matina’, para o café da manhã, mesmo que o pessoal ficasse ocioso até às 9h.

E em época que não havia medidor para avaliar com critério condicionamento físico do atleta, Zé Duarte, apenas no ‘olhômetro’, tinha o real diagnóstico de tudo.

Alô turminha da Torcida Jovem: acorde!

A interpretação do acordar fica por conta de cada um.