São Paulo só quer jogar no Morumbi, mas exige segurança

Sorocaba, SP, 8 (AFI) – Definido o confronto entre São Paulo e São Caetano nas semifinais, fica a dúvida, agora sobre os locais dos dois jogos. Existe a possibilidade de ambos serem disputados na capital, no Morumbi, o que, em tese, poderia favorecer o São Paulo. O objetivo é administrar este stress para chegar inteiro na final e também para manter uma boa performance dentro da Taça Libertadores da América. Alguns jogadores devem ser poupados diante do Marília, quarta-feira, no Morumbi, pela última rodada da primeira fase.

O mesmo valeria para as finais, provavelmente contra o Santos, que não jogaria na Vila Belmiro e poderia mandar seus jogos no Parque Antártica ou no Pacaembu. Nas semifinais e finais os mandos perteencem à Federação Paulista de Futebol.

Mas para o superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha, não existe preocupação com este aspecto.

“Não importa o lugar, mas não abrimos mão de ter absoluta segurança”.

O técnico Muricy Ramalho também não vê diferença nos locais dos jogos, mas ressalta que serão confrontos diferentes “com forte desgaste emocional”.

Quatro forçaram cartões
Feliz da vida estava o meia Jorge Wagner, que teve a oportunidade de atuar por 90 minutos e não sentir a contusão muscular que o atrapalhou neste início dentro do Morumbi.

“Estou satisfeito, porque não senti nada e o time jogou muito bem”, festejou. O polivalente Souza tinha também outro motivo para comemorar: ele forçou o terceiro cartão amarelo, não vai enfrentar o Marília, quarta-feira, no Morumbi, e poderá entrar zerado nas semifinais. Outros três jogadores também forçaram o terceiro cartão: Rogério Ceni, Josué e Richarlyson.

“Este é um problema do regulamento. Na minha opinião todos deveriam estar zerados, para beneficiar a qualidade do espetáculo. Rspeito o regulamento, mas não concordo”, afirmou o técnico Muricy Ramalho.