São Caetano quer atacar e defender nos 180 minutos
São Caetano do Sul, SP, 28 (AFI) – Se o discurso foi executado rigorosamente na prática, dentro de campo, o São Caetano vai dar muito trabalho para o Santos nas finais do Campeonato Paulista. O plano do técnico Dorival Júnior é manter a mesma disposição tática usada durante a competição e, neste aspecto, inclui atacar e defender.
“Falei muito com os jogadores durante a semana que não podemos ficar só lá atrás nos defendendo. Não é fácil segurar o sufoco de um time tão técnico e de qualidade como do Santos”, diz Júnior. Ele voltou a pedir “iniciativa” de seus comandados e atenção redobrada na marcação.
Durante toda a semana, o técnico reforçou os treinos táticos, corrigindo o posicionamento e alertando sobre a movimentação dos adversários.
Avisou também que não fará nenhuma marcação individual, mesmo porque “são vários jogadores que nos preocupam, como o Zé Roberto e o Tabata”. Mas fez questão de lembrar que a decisão do título não vai acabar neste jogo:
“Estamos numa decisão de 180 minutos, como já aconteceu nas semifinais diante do São Paulo”.
Com relação ao time, Júnior preferiu manter o suspense na escolha dos substitutos do volante Glaydson e do meia Canindé, suspensos com três cartões amarelos. Nos treinos da semana, Galiardo foi o mais utilizado como volante, deixando com menos chance o seu concorrente, Marabá. Na meia, Ademir Sopa é mais cotado do que Leandro Lima, de características mais ofensivas.
O time iniciou o regime de concentração na sexta-feira à noite, depois de treinar debaixo de frio e chuva. No sábado cedo houve um recreativo e depois o isolamento para a decisão.
O São Caetano vai jogar com: Luiz; Paulo Sérgio, Maurício, Thiago e Triguinho; Galiardo, Luiz Alberto, Douglas e Admir Sopa (Leandro Lima); Luis Henrique e Somália.





































































































































