Saiba como estão as tratativas do Guarani por novo fornecedor esportivo
Sem renovar com a Topper, Bugre busca novo parceiro para o próxmo triênio
Sem renovar com a Topper, Bugre busca novo parceiro para o próxmo triênio
Campinas, SP, 18 (AFI) – Prestes a romper contrato amigavelmente com a Topper, o Guarani segue em busca de novo fornecedor de material esportivo.
Embora o calendário esteja paralisado em decorrência da pandemia do coronavírus, o Conselho de Administração já discute o novo parceiro para sequência da temporada.
Entre os nomes comentados nos bastidores do Brinco de Ouro da Princesa estão Macron e Kappa, curiosamente duas empresas originalmente italianas.
MACRON
Trata-se do aliado com mais alta reputação no time campineiro. A companhia deixou as conversas adiantadas com o Alviverde até o início da doença e também admitiu interesse em confeccionar o enxoval no futuro – as tratativas, contudo, estão paralisadas neste momento.
Pelo fato de a Itália ter sido um dos principais países mais atingidos pela doença no mundo, as fábricas locais estão com produções interrompidas e/ou afetadas.
Internamente, a diretoria do adota otimismo em desfecho positivo nas negociações.
A ideia é fechar acordo até o desfecho da atual gestão de Ricardo Miguel Moisés, no primeiro trimestre de 2023.
Há, entretanto, certo receio em relação à questão da logística. Como os produtos viriam da Itália, ainda não há certeza de quando será possível importá-los e distribui-los por aqui, o que inviabilizaria possível acordo – a produção não seria feita no Brasil.
KAPPA
É o ‘plano B’, mas também com boa aceitação entre os cartolas do Guarani. A Kappa, com concessão no Brasil, já se reuniu com membros da diretoria neste ano.
No primeiro encontro, time paulista saiu bem satisfeito e enxerga, sim, uma saída imediata caso a negociação com a Macron não evolua em decorrências dos problemas logísticos e sanitários na Europa.
Com a Kappa, Bugre também se animou com a possibilidade de lançar um modelo mais barato do que o usual, ou seja, para o torcedor com condição socioeconômica menos favorecida, quesito elogiado no Brinco de Ouro.
O atual Conselho de Administração tem pressa para fechar o novo parceiro neste ramo. Ao que tudo indica, definição só deve ser a partir do término do problema de saúde mundial e retomada do calendário.





































































































































