Sacar boleiros deficientes e procurar ajustes; caminhos para Kleina
Profissional precisa fazer coisas diferente de seus antecessores
Sacar boleiros deficientes e procurar ajustes; são caminhos para Kleina
Está aí o treinador Gilson Kleina para terceira passagem pela Ponte Preta.
Seja ele ou outro treinador até ‘meia boca’, difícil acreditar que a Ponte Preta seja incapaz de somar mais oito pontos e escapar de vez do rebaixamento.
De certo você já fez o seu juízo sobre o trabalho de Kleina com acertos e erros, altos e baixos nos clubes que passou.
Tem-se que necessariamente reconhecer a capacidade dele de compactar compartimentos das equipes com mais eficiência comparativamente aos seus antecessores João Brigatti e Marcelo Chamusca.

Seja com Kleina ou outro treinador, o receituário básico para tentar sair dessa encrenca em que a Ponte se meteu começa por sacar de imediato da equipe o lateral-esquerdo Danilo Barcelos, fraco na marcação e sem convencimento mais avançado.
Se requisitar o centroavante Victor Rangel até para o banco, dará provas de desconhecimento do elenco pontepretano.
OUTROS TÓPICOS
Afora isso, cabe-me recapitular trechos de coluna que produzi dias atrás sobre como extrair um pouco mais de um time limitado.
O tempo é curto para acertar desajustes, mas que dê um basta em chutões (ligações diretas) de goleiro e zagueiros ao ataque.
Valorização de posse de bola começa por sair jogando.
Que tal dar uma espiada na ‘silhueta’ de uns e outros do elenco e requisitá-los que treinem separadamente com preparador físico, para que sejam reduzidos quilinhos excedentes.
Kleina precisa constatar a inutilidade de trocas de passes sem evolução de jogadores do compartimento defensivo e volantes, com sucessivos recuos.
Isso tira a velocidade do time e possibilita que o adversário se reorganize em seu campo defensivo.
COBRADOR DE FALTAS
Se faltam homens do futebol para informações confiáveis, então que Kleina saiba que a Ponte não tem um cobrador de falta sequer com relativo aproveitamento. Então, que designe um atleta para treinar cobranças e exija o mínimo possível de resultado.
Na passagem anterior pela Ponte, a constatação foi que Kleina quase não trabalhou jogada de fundo de campo. Pois que treine e ajuste o atacante de beirada André Cruz a atuar também pelo lado esquerdo.
Ali, em vez da diagonal, poderia tentar jogada de fundo e cruzar preferencialmente no chão, visto que a Ponte não tem cabeceador.





































































































































