Ronaldinho Gaúcho completa 100 dias no Paraguai e advogado ve 'prisão ilegal'
O craque está em um hotel de luxo, que está fechado por conta do novo coronavírus
O craque está em um hotel de luxo, que está fechado por conta do novo coronavírus
Rio de Janeiro, RJ, 12 (AFI) – Em um dos maiores ‘roles aleatórios’ da história, Ronaldinho Gaúcho completará 100 dias no Paraguai. O pentacampeão mundial com a seleção brasileira foi preso ao lado de seu irmão e empresário Assis por portar e utilizar documentos falsos, no caso, passaporte.
No total, 14 pessoas foram indiciadas. Ronaldinho ficou 32 noites preso na Agrupación Especializada, quartel da Polícia Nacional do Paraguai de segurança máxima. Em abril, ele conseguiu, na Justiça, ficar em prisão domiciliar, em um hotel que está fechado por conta do novo coronavírus.
Os advogados do jogadores tentam a anulação da prisão preventiva, que não tem prazo para ser julgada. Nenhum indício de crime foi encontrado até o momento.
“A prisão é manifestamente arbitrária e ilegal. O Ministério Público não possui nenhum elemento de prova para mantê-los privados da liberdade. Nenhum! Temos convicção de que em breve a verdade prevalecerá”, declarou nesta quinta-feira o advogado de Ronaldinho e Assis, Sérgio Queiroz, ao Globoesporte.
PRISÃO
Ronaldinho Gaúcho e o irmão Assis foram presos, em Assunção, no Paraguai. A ação no hotel Sheraton foi realizada por ordem de Milko Valinotti, juiz criminal de Garantias, a pedido da Procuradoria-Geral. A atitude foi tomada para evitar que os dois possam sair do país depois da decisão de que ambos continuarão sendo investigados por usar documentos falsos.
O ex-jogador e o irmão foram encaminhados para o Agrupamento Especializado, em Assunção, para aguardar o andamento do processo. “A ordem de detenção foi cumprida”, afirmou Gilberto Fleitas, chefe da unidade de investigações da polícia paraguaia. A prisão contou ainda com participação de Osmar Legal, fiscal da unidade de lavagem de dinheiro do Paraguai.
O juiz Milko Valinotti havia rejeitado o pedido apresentado pelo Ministério Público para livrar os irmãos, que não estariam diretamente envolvidos no caso. Os promotores Federico Delfino e Alicia Sapriza, encarregados de investigar o uso de documentos de conteúdo falso, solicitaram uma saída processual de Ronaldinho e Assis.





































































































































