Rogério Ceni, Fávio Carille, Eduardo Baptista e Felipe Moreira estão no aprendizado

Grandes clubes preferiram apostar no novo, na modernidade, deixando pra lá o círculo vicioso.

Grandes clubes preferiram apostar no novo, na modernidade, deixando pra lá o círculo vicioso.

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São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Ponte Preta, poderiam ter treinadores com muitas bagagens, para comandarem os seus times. Preferiram apostar no novo, na modernidade, deixando pra lá o círculo vicioso.

Assim, com esse pensamento, estão dando oportunidades, chances, para que os seus jogadores tenham o convívio com filosofias, que, talvez sejam para um aperfeiçoamento melhor ou, também talvez, para uma passagem negativa em suas carreiras.

Ídolo Rogério Ceni aceitou desafio do São Paulo

Ídolo Rogério Ceni aceitou desafio do São Paulo

O São Paulo do Rogério Ceni tomou 4 a 2 do Audax, meteu 5 a 2 na Ponte Preta, 3 a 1 no Santos e empatou em 2 a 2, no Morumbi, com o Mirassol.

O Palmeiras do Eduardo Baptista teve a vitória magra de um a zero contra o Botafogo, perdeu de um a zero do Ituano e ganhou de dois a zero do São Bernardo e goleou o Linense por 4 a zero.

Preste atenção no sobe e desce que esses dois treinadores tiveram até agora. É preciso que eles encontrem soluções para que o equilíbrio seja alcançado. Se Ceni e Baptista tivessem passagens por vários times, ganhando e perdendo títulos, ameaças de rebaixamentos, jogos internacionais, eles não estariam surpresos com essas performances de altos e baixos.

EX-AUXILIARES
Fábio Carille no Corinthians e Felipe Moreira na Ponte Preta, deixaram os cargos de auxiliares

Carille é ex-auxiliar precisando provar

Carille é ex-auxiliar precisando provar

para se tornarem os treinadores oficiais. Como aconteceu com o Ceni e com o Baptista, eles também sentiram as euforias das vitórias e o sabor amargo da derrota.

As 4 torcidas desses 4 times, estão fazendo pressão a todo momento, sempre tendo em vista as vitórias. Empatou, perdeu? Pressão neles. Não é fácil sentir essa pressão e ter a tranquilidade suficiente para tocar em frente o dia a dia.

Desses 4 treinadores citados, quem vai aguentar a temporada até dezembro sem ser demitido? Ou, quem vai cair primeiro?

Eles, se aguentando no cargo ou não, com certeza, terão um aprendizado de grande valia. Será um passo a mais nas suas carreiras.