Roberto GINEFRA: Até para fazer marmitex tem que ter bons alimentos e criatividade!
Tudo que venho chamando a atenção, sugerindo e tentando contribuir com novas idéias, permanecem iguais.
Parece fácil falar ou escrever sobre esporte no nosso país, principalmente a modalidade mais popular e que todos entendem ou pelo menos percebem quando não existe um rumo, uma intenção correta, competência na gestão do negócio, etc, etc ,etc.
Parece fácil falar ou escrever sobre esporte no nosso país, principalmente a modalidade mais popular e que todos entendem ou pelo menos percebem quando não existe um rumo, uma intenção correta, competência na gestão do negócio, etc, etc ,etc.

Se vocês lerem minhas colunas anteriores constatarão que tudo que venho chamando a atenção, sugerindo e tentando contribuir com novas idéias, permanecem iguais. Aliás não só minhas opiniões mas as dos colegas que também expõem seus conteúdos aqui neste site, que faz parte do cotidiano de todos os interessados em suas equipes, de norte a sul do país e também da mídia radiofônica e impressa da cidade, aí sim com o foco direto nos clubes de futebol “profissional” daqui.
Acreditar em milagre, fazer conta e supor que as coisas acontecerão no tempo certo, pode abrandar os pensamentos ruins, negativos. Essa sensação do “já vi esse filme” é que deixa muita gente inconformada.
Se transformarmos esse dia a dia de Guarani e Ponte em culinária, afirmamos que o Bugre tem na base de sua alimentação o velho e bom arroz com feijão e um ovo frito na sua projeção de energias e isso alimenta.
Já quanto a Ponte…
Vamos verificar esse cardápio pontepretano que nem numa marmitex, consegue atrair, alimentar e deixar alguém em pé.
Estamos no final de agosto e os produtos prometidos para fazer um grande almoço, continuam na promessa. O “Chef” Carpeggiani, muito esperto, transferiu o problema para a diretoria que prometeu os reforços. Claro ,não colocam as peças necessárias na mesa (Clube) e ele se nega a falar. Já cansou de dizer que a “diretoria” estava correndo atrás, então eles que expliquem, certo? Certo. Só acho que com a vida ganha e não querendo sujar suas receitas deve logo, logo, voltar a Porto Alegre. Vamos aguardar.
Não deixarei de dar meu pitaco. Todo mundo sabe que o Advíncula joga com a camisa 2 na seleção do Peru, mas ele é um ala e as vezes até ponta direta. Tem liberdade porque os volantes cobrem e nas suas descidas em velocidade faz muito bem o fundamento de cruzar. Aqui ele é lateral e quando permitem ,ele desce. Bom soldado sem rebeldia cumpre o que determinam.
Alguém disse que o 1º volante é titularíssimo e o senhor Baraka não está cobrindo, não sabe dar passe, não sabe chutar em gol, tá mal faz tempo.

Até que enfim saiu do jogo contra o Goiás e o Fernando Bob jogou por ele e por si próprio. Aliás quando quer, joga muito. Já mostrou no Fluminense e outros grandes clubes por onde passou. Tomara que esteja motivado. A zaga é com certeza a pior do campeonato. Ferron e Sacoman não deixam o torcedor esquecer do Cleber mais recentemente e de Samuel, Oscar, Juninho, Nenê Santana, Araujo, Beto Farseti, etc.
Pela personalidade e experiência, talvez o Betão seja o ingrediente para melhorar esse tempero. Vamos ver quem ele carregará nas costas.Por favor me expliquem porque Sacoman, quando não está de zagueiro, vai de lateral? Sempre é em cima dele. Já disse anteriormente que zagueiro canhoto e com 1,83 é coisa de futebol society.
O meia , aquele prometido desde o começo da competição, sumiu. Falaram do Renato Abreu, Alex, Thiago Real, Deco , Martinez e de outros que ninguém nunca ouviu falar e daqui a pouco chega um desses, perdido no Japão ou esquecido na 2ª. Divisão do Futebol português.
Aquele meia que decide, coloca a bola debaixo do braço e dá produtividade custa caro. É melhor ficar com esse “monte” de volantes, do que gastar muito com o talento. É melhor continuar fazendo picadinho com carne de terceira, do que colocar um filet mignon na mesa. Aquele velho ditado que o barato sai caro, começa a mostrar que é uma grande verdade.
Pode custar muito mais caro a falta de atitude, a disposição empreendedora, a vontade de ter o orgulho de pertencer. Chegar na melhor divisão do futebol brasileiro e transformar essa competição num tubo de ensaio, esperando que a sorte esteja ao lado, é muita prepotência. Aliás esse defeito tem sido a tônica nos corredores do Moisés.
Ah, não posso deixar de falar da saída do Alemão. Sai daqui onde era o reserva imediato do Willian, para ir brigar com mais de 4 no Vitória? Tem muita gente menosprezando nossa capacidade de raciocinar.
Vamos continuar aqui fazendo figa e lembrando que agora com mais a Copa Sulamericana, tomara que a vaca não coloque as outras duas patas no brejo.
Você acha sinceramente que com esse cardápio dá prá fazer uma boa marmitex ?
Então bom apetite!





































































































































