Rio Preto pede indenização a organizadores de evento realizado no Anísio Haddad
Para o presidente esmeraldino que assumiu recentemente o cargo, o SHow Festeja foi um verdadeiro desastre.
Para o presidente esmeraldino que assumiu recentemente o cargo, o SHow Festeja foi um verdadeiro desastre.
São José do Rio Preto, SP, 18 (AFI) – Na última segunda-feira, o presidente do Rio Preto Esporte Clube, José Eduardo Rodrigues, juntamente com os advogados do clube, Gustavo Goulart Escobar e Marco Antonio Feitosa, estiveram reunidos na sede do clube, na qual divulgaram para a imprensa o conteúdo da realização do Show Festeja, ocorrido no 15 de outubro do ano passado no estádio Anísio Haddad. Para o presidente esmeraldino que assumiu recentemente o cargo, foi um verdadeiro desastre.
INDENIZAÇÃO CONTRA A EMPREZA WORK SHOW
O departamento jurídico do clube rio-pretense ingressou no Tribunal de Justiça de São Paulo, pedindo indenização diante da empresa Work Show Produções e Entretenimento Artístico, situada em Goiânia-GO, responsável pelo show festeja, no estádio Anísio Haddad. O valor do aluguel foi de R$ 50 mil. Na ação cível protocolada, o clube pede R$ 262 mil, alegando estrago do gramado e, principalmente nas dependências do estádio Riopretão.
De acordo com o contrato de locação, assinado no dia 28 de julho, a empresa deveria devolver a praça de esporte do Rio Preto Esporte Clube, quinze dias depois do show, ou seja no dia 30, como pegou fato que não aconteceu. Para o departamento jurídico do clube rio-pretense a empresa Work Show, não cumpriu com o acordo. Na petição, os advogados reuniu fotos e documentos, como também notas fiscais e vistoria assinada por engenheiros. Somente os prejuízos materiais chegam a R$ 167 mil. Não bastasse, para a nova implantação do novo gramado o valor será de R$ 45 mil, que também incluído na ação.
TERCEIRA TRAGÉDIA NA HISTÓRIA DO CLUBE
Para o presidente José Eduardo Rodrigues, foi a terceira tragédia na história do clube. “Considero a terceira tragédia depois dos incêndios da década de 1930 e 1950. Essa tragédia de outubro tirou todo o foco do futebol, ás véspera da Copa São Paulo de Júnior e, principalmente na disputa da Série A2, onde infelizmente fomos rebaixados”, disse o dirigente rio-pretense. Com a não utilização do estádio Anísio Haddad, para a prática de treinamentos a diretoria na época alugou por R$ 15 mil, o CT-Bolão, em Mirassol, na pré-temporada que começou em novembro.





































































































































