Rendimento de Danilo Barcelos está bem aquém do sugerido pelos pontepretanos
Atleta prioriza observação do conjunto em vez de autocrítica
Rendimento de Danilo Barcelos está bem aquém do sugerido pelos pontepretanos
Já não tenho ‘saco’ pra ouvir entrevistas óbvias de boleiros de Guarani e Ponte Preta, principalmente no formato de coletivas, quando os assuntos não fluem.
Sequer escutei programa esportivo de rádio nesta terça-feira, mas li no portal da casa que o polivalente Danilo Barcelos, da Ponte Preta, foi o entrevistado.
Sei lá eu se alguém o questionou por que ofensivamente ele nada tem acrescentado no time pontepretano?
Ora, sequer o papel razoável de organizador ele tem colocado em prática, como cobrar velocidade de jogadas de fundo de campo pelo lado esquerdo?

O que ninguém pode negar é que se esforça bastante para ajudar a cercar espaços no meio de campo. Esforçado, portanto.
LATERAL-ESQUERDO
Há uma corrente que cobra dele atuação como lateral-esquerdo, posição de origem, mas até na marcação o rendimento tem sido inferior comparativamente a Orinho.
Outrora, quando o repórter tinha liberdade para fazer entrevista individualizada com atleta, os assuntos fluíam.
Agora, com as limitações impostas aos profissionais de comunicação – e por comodismo de alguns deles -, o atleta prioriza a fala do conjunto, e esquiva-se da autocrítica.
“Fizemos uma má partida e a cobrança do professor é válida. A gente tinha que ter essa cobrança, entre nós está tendo essa cobrança. O mais importante é ter a consciência que muita coisa precisa ser melhorada”, disse.
Como dizia o saudoso jornalista Nelson Rodrigues, eis aí mais um capítulo do óbvio ululante. Só faltava o treinador não cobrar, inclusive de Barcelos, que precisa mostrar muito mais de que pegar bem na bola.





































































































































