Relembre como era o mundo na época da última vitória de Ponte e Guarani

Rivais de Campinas passaram o mês de abril em branco e encaram grande jejum de vitórias

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Campinas, SP, 08 (AFI) – O mês de abril passou. Maio chegou e nada mudou para Guarani e Ponte Preta. Rivais históricos, os times campineiros mostraram “solidariedade” um ao outro e acumularam grande jejum de vitórias. Curiosamente, os dois clubes comemoram a última vitória em março. Por isto, o Portal Futebol Interior resolveu fazer um levatamento e mostrar como era o mundo na época da última vez que as equipes saíram de campo com três pontos.

Mesmo tendo disputado a fase final do Campeonato Paulista, a Ponte Preta venceu pela última vez na Copa do Brasil. No dia 13 de março, a Macaca goleou o Náutico-RR, por 4 a 1. De lá para cá, só ladeira abaixo. Ainda sob comando de Vadão, foram três derrotas seguidas e eliminação no estadual. Depois, só empates. Entre Copa do Brasil e Série B são cinco resultados igual seguidos e um jejum de oito jogos.

No Guarani, a ausência de vitórias sem estende por mais tempo. A última vez que a torcida bugrina saiu de campo feliz foi no dia 1º de março, quando a equipe bateu o União Barbarense, por 2 a 0. Em meio a um processo eleitoral, no qual Álvaro Negrão foi eleito novamente presidente, o Bugre conseguiu uma série de 12 jogos sem resultados positivo, com sete derrotas e cinco empates, entre Série A2, Série C e Copa do Brasil.

A expectativa é que os jejuns acabem no próximo final de semana, quando as equipes atuarão como mandantes. No Moisés Lucarelli, a Ponte recebe o ABC, às 16h20. No domingo, às 19 horas, o Guarani encara o Macaé, no Décio Vitta, em Americana. O time segue sem poder utilizar o Brinco de Ouro, que está em reforma para receber a Seleção da Nigéria na Copa do Mundo de 2014.

Confira como era o mundo na época da última vitória de Ponte e Guarani:

Alan Kardec era ídolo do Palmeiras

Ituano apenas sonhava com o título paulista

Nem todos eramos macacos

Luciano do Valle narraria a Copa do Mundo

Barcelona e Bayern eram favoritos ao título da Liga dos Campeões

Henrique não era zagueiro da Seleção Brasileira

O Betim estava na Série C

A refinaria de Pasadena não preocupava Dilma

Cinco brasileiros sonhavam com título da Libertadores

A Portuguesa jogava todos os 90 minutos

Os Meninos da Vila encantavam São Paulo

Carlos Miguel Aidar ainda não procurava jogador com “todos os dentes”