Ré no caso da morte de Daniel, Allana Brittes tem pedido de habeas corpus negado

A jovem e a sua mãe estão presas na Penitenciária Estadual de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba

A jovem e a sua mãe estão presas na Penitenciária Estadual de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba

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Curitiba, PR, 01 (AFI) – Após praticamente três meses presa, a Justiça do Paraná negou um pedido de habeas corpus de Allana Brittes, filha de Cristina e Edison Brittes, o ‘Juninho Riqueza’ que são acusados pela morte do jogador Daniel. A negativa do pedido veio após o julgamento da ação na última quinta-feira, na 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná. Mesmo assim, houve divergências entre os desembargadores.

O voto a favor da soltura da jovem foi dado pelo relator do caso, mas ele foi vencido pelo dois outros embargadores que decidiram pela manutenção da prisão. A defesa da família Brittes disse que entende que o voto do relator deveria ter prevalecido, mas que, de qualquer modo, continua confiando na Justiça e vai avaliar uma medida cabível.

Ré no caso da morte de Daniel, Allana Brittes tem pedido de habeas corpus negado

Ré no caso da morte de Daniel, Allana Brittes tem pedido de habeas corpus negado

Ao lado da mães, Allana está presas na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), na Região Metropolitana de Curitiba. As duas são rés no processo que investiga a morte de do jogador. Outros cinco investigados também são réus. Entre está Edison Brittes, que confessou ter matado o jogador Daniel. Ele está preso na Casa da Custódia de São José dos Pinhais, na Região de Curitiba. Edison Brittes alega que o atleta tentou estuprar Cristiana.

O CASO
Daniel foi encontrado morto em uma estrada rural na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais, com o pênis decepado e quase decapitado, após participar da festa de aniversário de 18 anos de Allana Brittes, na casa noturna Shed, em 27 de outubro, em Curitiba.

Depois de sair da Shed, foi até a casa da aniversariante e acabou flagrado por Edison na mesma cama de Cristiana Brittes, que dormia. Edison o acusou de tentar estuprar a mulher e passou a agredi-lo com a ajuda de outros convidados.

Daniel havia feito fotos ao lado da mulher e enviado para amigos em grupo de WhatsApp. Depois de ser espancado, ele foi levado para a estrada rural, onde foi assassinado.