R$ 66 mil por dia para Jorge Jesus é uma desproporção
R$ 66 mil por dia para Jorge Jesus é uma desproporção
R$ 66 mil por dia para Jorge Jesus é uma desproporção
Desconfie quando dizem que pós-pandemia as coisas vão ser diferentes.
Pelo menos no futebol o que se vê é que tudo será como Dantes no quartel de Abrantes.
Competência do treinador português Jorge Jesus é inquestionável, mas daí ao Flamengo acordar renovação contratual pagando cerca de R$ 1,9 milhão/mês é o absurdo dos absurdos.
Jesus fez no Flamengo aquilo que a treinadorzada brasileira não soube fazer em outras agremiações? Sim.
Não me canso de citar que Jesus transformou Arão num terceiro zagueiro para saída de bola, mas ele retoma à função de volante que avança quando a jogada flui.
Coube ao treinador liberar os laterais para atuarem como alas. Foi ele quem introduziu repertório de jogadas ensaiadas não apenas na bola parada, e que defensivamente o time sabe se agrupar de forma à ignorar marcação no lado oposto em que se transcorre jogada do adversário.
DESPROPÓSITO
Ótimo. Considere, no entanto, que Jesus conta no elenco com jogadores qualificados para o exercício das funções.
Apesar de suas inegáveis virtudes, é um despropósito o Flamengo lhe pagar salário de quase R$ 2 milhões.
Assim, o profissional recebe R$ 66 mil por dia trabalhado, o que na prátia é um desaforo para um país empobrecido como o Brasil.





































































































































