Querendo ser presidente da Fifa, Zico dá show de arrogância em jogo beneficente
Torcedores de Macapá não pouparam críticas ao Galinho de Quintino nas redes sociais
Maior ídolo da história do Flamengo e de muitos torcedores brasileiros, Zico parece ter esquecido a humildade no Rio de Janeiro.
Macapá, AP, 22 (AFI) – Maior ídolo da história do Flamengo e de muitos torcedores brasileiros, Zico parece ter esquecido a humildade no Rio de Janeiro. Em um amistoso contra a seleção máster do Amapá, na capital do Estado, o ex-camisa 10 tratou mal torcedores, gritou com crianças e foi muito criticado em seu Facebook.
As críticas vieram pelo tratamento do “Galinho de Quintino” aos jornalistas e fãs durante a passagem pro Macapá. Ele teria gritado e se recusado a tirar fotos com crianças que foram especialmente ao estádio para “tietarem” o ídolo, mas voltaram para casa chateados com o show de arrogância que presenciaram.
Na foto sobre o jogo postada por Zico em sua rede social, a maioria dos comentários se referiram a má educação do ex-jogador com todos.
“Ignorância mil. Vem de longe só para pegar dinheiro e ainda humilha fãs e jornalistas. Peguei nojo!”, escreveu um internauta.
Outros internautas criticaram a forma como Zico é exposto pela imprensa, totalemnte diferente do que foi presenciado em Macapá.
“Exemplo de homem? Esqueceram o detalhe de arrogância, estupidez, falta de educação e por aí vai”, detalhou.
Apesar das críticas, Zico manteve a foto em sua rede social e chegou a declarar que foi um dos melhores gramados em que já atuou.
CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA FIFA
As críticas ao ex-camisa 10 surgem justamente no momento em que Zico se colocou como candidato a uma possível candidatura à presidência da Fifa. Acreditando que apenas a sua popularidade mundial basta para obter votos, o Galinho de Quintino agora vai ter que se defender do mal-estar em Macapá.
Na única experiência que teve como dirigente, sendo executivo de futebol do Flamengo, Zico não foi bem, sendo despedido antes mesmo do término de seu contrato e com o time lutando contra o rebaixamento no Brasileirão.
Antes, ele ainda chegou a ser Ministro dos Esportes no Governo de Fernando Collor, criando a chamada “Lei Zico”, a semente do que viria a ser a criticada “Lei Pelé”.





































































































































