Que fase! Ex-meia de Fla, Santos e Guarani destrói motel em Belém
Arinelson despertou o interesse de Luxemburgo e foi contrato para o Santos

Belém, PA, 20 (AFI) – Ex-jogador normalmente gosta de estar na mídia, de maneira positiva e, em alguns casos, negativa. Quem chamou a atenção neste final de semana foi o ex-jogador Arinelson, com passagens por Santos, Guarani e Flamengo. Após sair de um motel, em Belém, ele demorou para ser atendido e danificou o portão do local. Ele estava acompanhando de sua esposa.
Ele estava acompanhado de sua mulher, mas depois da confusão armada, só quitou a dívida após a polícia chegar no local. Pela confusão, ele foi encaminhado para delegacia, já que foi constatado que também estava embriagado. Ele só pode deixar o local após pagar uma fiança no valor de R$ 2.170,00 e responderá o processo em liberdade.
Mais do meia….
Arinelson Freire Nunes nasceu no dia 27 de janeiro de 1973, na quente e úmida cidade de Belém (PA). Apesar de ser natural do Norte, o meia canhoto e habilidoso despertou para o futebol no outro extremo do país, a região Sul, mais precisamento no Iraty, do Paraná.
Era ele quem comandava aquela equipe que tinha entre outros, Auecione, Paulinho e Rogerinho. As boas atuações do jogador despertaram a atenção do técnico Vanderlei Luxemburgo, que decidiu levá-lo ao Santos, em 1997. O Peixe pagou R$ 969 mil pelo passe do atleta. A negociação gerou grande polêmica, após o treinador ser acusado de ter abocanhado 30% do acordo. Acusações à parte, Arinelson não demorou muito a estourar no Alvinegropraiano.

Com dribles, arrancadas e um chute preciso na perna esquerda, o jogador logo conquistou o coração dos torcedores santistas, que ainda “choravam” a perda do ídolo Giovanni ao Barcelona-ESP.Na época em que indicou o meio-campista ao Santos, Luxemburgo chegou a resumir o estilo de jogo dele da seguinte forma: “é uma mistura de Beckenbauer com Maradona”. Não demorou muito, porém, para a derrocada começar. Na Vila Belmiro, foram apenas 28 jogos e sete gols.Sem o mesmo rendimento de outrora, Arinelson foi perdendo espaços aos poucos e a situação ficou ainda mais crítica, com a saída de Luxemburgo para o Corinthians, em 2008. Na reserva do Peixe, ele acabou emprestado nos anos seguintes a Flamengo, Guarani e Fluminense. Em todos, porém, não passou de mero coadjuvante.
Sem sucesso nestas outras equipes importantes do país, o meia passou a perambular pelo “submundo” do futebol. Defendeu América-RJ, Matonense-SP e Anápolis-GO. Até que foi parar no Botafogo-RJ, onde mais uma vez pouco apareceu.
“Queimado” em solo brasileiro, o jogador optou por tentar ganhar algum no exterior e aceitou, em 2001, uma proposta do Jeonbuk Hyundai Motors, da Coréia do Sul. No ano seguinte, ele se transferiu para o Ulsan Hyundai Horang-i, do mesmo país.
De volta ao Brasil em 2003, o jogador voltou a atuar quase sempre sem sucesso algum em times menor expressão ou então que não estavam em evidência. Foi assim no Olaria-RJ, Paysandu, Remo, Bandeirante-SP, Tuna Luso-PA, Inter de Limeira, Sport Belém-PA e Ananindeua-PA, seu último clube até 2008.





































































































































