Quatro grandes de SP sofrem com atacantes inoperantes

Campinas, SP, 24 (AFI) – Distinto, os rivais do Estado de São Paulo – Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo – tem muito em comum quando se trata de atacantes inoperantes. Ainda mais se estes fizeram bom papel no Estado vizinho, o do Rio de Janeiro. Nos últimos anos e principalmente nesta temporada, os torcedores do Quarteto Fantástico tem sofrido com Souza, Obina, Roni e André Lima.

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Os quatro ainda não agradaram e até mesmo aquele que acabou de chegar, Obina, que já foi apelidado de Obigol e melhor que Eto’o, está próximo de entrar em desgraça. Tudo por causa do gol perdido no eliminação do Verdão na Libertadores pelo Nacional-URU.

Sabendo desta dificuldade em colocar a bola para dentro e da irritação dos torcedores, o Portal Futebol Interior resolveu fazer um levantamento destes quatro “atacantes” que não se dão bem com a bola na rede.

Aproveite, caro torcedor-internauta, e mande para [email protected], aquele que consideram o pior de todos.

Corinthians – Souza

Aos 27 anos, Rodrigo de Souza Cardoso, o “famoso” Souza, número 50 e que virou número 43 por causa da má fase, chegou no início deste ano. Mas até agora não caiu na graça da Fiel, pelo contrário. Em 24 jogos, ele marcou míseros quatro gols, sendo que dois foram de pênalti e um desses aconteceu no amistoso contra o Estudiantes-ARG no começo do ano.

Ele tem média de 0,1 gol por jogo. Por isso, tem amargado a reserva. Souza, aliás, tem sido preterido nos últimos jogos. Marcelinho, das categorias de base, teve chance no clássico contra o São Paulo e Souza, não.

A “fama” de Souza surgiu em 2006, quando ele foi artilheiro do Brasileirão, pelo Goiás. O atacante também já defendeu as cores do Flamengo e tem em seu currículo os títulos Goiano 2007, Carioca 2003, 2006 e 2007, Campeonato Paulista (2009).

Palmeiras – Obina

Aos 26 anos, Manuel de Brito Filho, o famoso Obina, mais uma vez, chegou com moral diante da torcida. Mas os jogos se passaram, e ele voltou a estaca zero. Em cinco jogos, Obina marcou apenas dois gols pelo Palmeiras e irritou os torcedores ao errar uma cabeçada na Libertadores, durante a eliminação.

Mas pelo menos, a média de Obina é maior que a de todos. Ele tem 0,4 gols por jogo. Destaque do Vitória, Obina rodou pelo Fluminense, CRB, Arábia Saudita até chegar ao Flamengo.

Lá, o atacante incendiou a torcida com seus gols e foi comparado a Eto’o. Mas logo caiu em desgraça e viu como saída ir ao Palmeiras. Em seu currículo, Obina já foi campeão do Campeonato Baiano: 2004, Copa Brasil: 2006, Copa Guanabara: 2007 e 2008, Campeonato Carioca: 2007, 2008 e 2009.

Santos – Roni

Dos quatro “atacantes sem gol”, Roni é o que tem o nome mais esquisito. Aos 32 anos, Roniélton Pereira Santos chegou ao Santos no início do ano e sequer, entusiasmou os torcedores. Roni sempre foi sombra de Kleber Pereira.

Assim como Souza, do Timão, Roni marcou apenas quatro gols. O santista realizou 25 jogos e tem uma média pífia de 0,1 por jogo. Mas ele é rodado e tem muitos títulos em sua carreira. Roni já passou pelo São Paulo, Fluminense, onde fez grande sucesso, Flamengo, Atlético-MG, Cruzeiro, entre tantos outros clubes.

No currículo, seus principais títulos são Campeonato Carioca 2002 (Fluminense), Campeonato Goiano 2006 (Goiás), Campeonato Brasileiro Série B 2006 (Atlético MG) e Campeonato Carioca 2007 (Flamengo).

São Paulo – André Lima

Por fim, nesta lista em que nenhum atacante de verdade gostaria de estar, aparece André Luiz Barretto Silva Lima, o “famoso” André Lima, de apenas 24 anos. O jogador chegou com bom histórico do Botafogo, mas no Tricolor nunca engrenou.

Em 28 jogos, o jogador anotou seis gols, um recorde para estes quatro atacantes. Mas sua média também está abaixo do esperado. André tem média de 0,2 gols por jogo.

Revelado pelo Madureira-RJ, André Lima coleciona passagens também pelo Vasco, Bélgica e Alemanha. Já em relação a títulos, ele faturou a Copa da Bélgica: 2005, Copa Rio de Janeiro: 2006 e 2007 e Campeonato Brasileiro: 2008.