Qual atleta, relegado a uma Copa, foi o mais injustiçado do futebol brasileiro?

Qual atleta, relegado a uma Copa, foi o mais injustiçado do futebol brasileiro?

Qual atleta, relegado a uma Copa, foi o mais injustiçado do futebol brasileiro?

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Aparição deste maldito vírus e parada do futebol têm servido de teste para se apurar a criatividade do segmento informativo e opinativo dos meios esportivos.

No blog, diretores do portal FI me dão liberdade de simplesmente não atualizá-lo diariamente caso não haja tema supostamente sugestivo.

Televisão tem reprisado jogos de décadas passadas, sem se precisar se ainda servem de atrativos.

De qualquer forma é bola rolando e tem gente que mata saudade.

Convenhamos que reprisar jogos com transmissões pelo rádio, é o que há. É o ‘suprassumo da criatividade’.

Se transmissão de futebol ao vivo pelo rádio já não desperta aquele interesse do passado, que dirá reprise!

PAINEL CAMPEÃO

Convenhamos, entretanto, que se vê por aí pautas convidativas, quando se busca escalar a melhor equipe de todos os tempos, de determinado clube

No quesito criatividade, elogios ao jornalista Elias Aredes Júnior, da Rádio Brasil Campinas, ao elaborar o ‘painel campeão’, com perguntas sobre o futebol de todos os tempos, para respostas dos comentaristas da emissora.

Nesta semana as pautas mexeram com o imaginário dos comentaristas.

Uma delas sobre os três melhores centroavantes que atuaram no futebol brasileiro.

Claro que houve convergência sobre Ronaldo Fenômeno, mas divergências sobre os outros dois.

Careca e Coutinho foram bem cotados, mas foram citados Leônidas da Silva, Vavá e Reinaldo.

INJUSTIÇADO

A pergunta sobre o atleta mais injustiçado, por não ter sido relacionado à Seleção Brasileira à uma Copa do Mundo, dividiu opiniões.

Djalma Dias

Djalma Dias

No universo de ‘centos’ jogadores e a opção para escolha de apenas um, citei o saudoso zagueiro Djalma Dias, revelado pelo América (RJ), e já cotado em 1962 no Chile, mas o treinador Aimorés Moreira preferiu Mauro e Belini para a posição.

Djalma Dias foi zagueiro estilo clássico que qualificava saída de bola da defesa. Também desarmava adversários sem recorrer às faltas, além do preciso de tempo de bola para antecipação da jogada.

Em 1966, na Inglaterra, Djalma Dias foi pré-relacionado na lista dos 45 pelo treinador Vicente Feola, mas acabou cortado para que a escolha recaísse no decadente Belini, junto a Brito.

Três anos depois, tudo caminhava para que a injustiça fosse reparada, quando Djalma foi titular do selecionado durantes as Eliminatórias à Copa do Mundo do México, ao formar dupla com o também saudoso Joel Camargo.

Pois na hora agá foi cortado outra vez, transformando-se no maior injustiçado.

OUTROS NOMES

Até hoje o ex-meia Neto não engole o despropósito do treinador Sebastião Lazaroni ao preteri-lo à Copa de 1990, na Itália, para levar Bismark.

Meia cruzeirense Dirceu Lopes estava no auge da carreira em 1970, mas não foi lembrado.

Houve cobrança para que o meia Adílio, no esplendor da forma em 1982, fosse chamado. Todavia ficou de fora.

Saudoso Toninho Guerreiro ouviu a desculpa esfarrapada pelo corte entre os 22 relacionados à Copa de 70, no México: sinusite.

Foi desculpa para abrir vaga ao então atleticano Dario, e assim atender exigência do já falecido presidente da República Emílio Garrastazu Médici.

JOÃO DA TEIXEIRA

Já que ultimamente só você, João da Teixeira, tem interagido nos comentários, eis a questão: quem, ao ser esquecido à uma Copa do Mundo, foi o maior injustiçado no futebol brasileiro?