Projetos para a Arbitragem Brasileira

Projetos para a Arbitragem Brasileira

Nesta coluna, em que divulgo a Circular 42/CA-CBF contendo orientações aos árbitros, assistentes e observadores de arbitragem, divulgo também parte do projeto para que os interessados no assunto possam debater e participar das alterações que serão sugeridas à arbitragem nacional.

Ranking da Arbitragem Brasileira
No âmbito profissional, estamos realizando um levantamento das notas atribuídas pelos Observadores de Arbitragens aos Oficiais de Arbitragens em 1.116 jogos (2006) que, somadas ao mesmo número do ano em curso, darão um total de 6.696 notas atribuídas aos árbitros e árbitros-assistentes que atuaram nas séries A, B e C.

Além das notas pelo desempenho técnico, que têm peso 3, utilizaremos os resultados das avaliações físicas e teóricas de 2006 (evidentemente já realizadas) e de 2007 (falta apenas a física, agendada para setembro próximo).

Estas avaliações terão, respectivamente, pesos 2 e 1 para, desta forma, fecharmos o ranking da arbitragem nacional. São dados objetivos, que irão definir a posição dos árbitros, com acesso e descenso no início e no meio das temporadas. Estas medidas serão definidas em regulamento específico.

Permito-me destacar que, desde 2000, apresento este o projeto, mas somente obtive sucesso em 2006, quando o Cel. Marinho, presidente da CEAF-SP, criou o ranking da arbitragem paulista.

Após um ano da inusitada experiência, recebi a incumbência de presidir a comissão responsável pela atualização do regulamento de arbitragem, o que foi feito com vários companheiros. Nasceu assim um novo documento, que está próximo dos anseios dos árbitros.

Além desta novidade, outros órgãos serão criados: Conselho Técnico de Análise (Ouvidoria), Conselho de Orientação Teórica e Prática, Comissão de Avaliação Física e Corregedoria. Estes assuntos ficam para a próxima coluna.

Dentre todos, o que nos dará maior prazer será o Conselho de Orientação Teórica e Prática, que contará com a indicação de orientadores estaduais com elevado conhecimento para este trabalho. Estes orientadores serão avaliados pela subcomissão de ensino e serão os responsáveis pela melhoria da arbitragem nacional.

Curtíssimo prazo: Futuras PromessasLevantaremos os árbitros e árbitros-assistentes que, nos últimos dois anos, demonstraram boa performance, relacionando-os até o final da competição

Faremos, também, o mesmo trabalho com uma segunda lista, relacionando-os para as Séries B e C, dando um tratamento de qualidade a estas divisões.

Utilizaremos as futuras promessas nas séries B e C (até a terceira fase). Os destaques poderão ser utilizados na quarta fase.

Curto prazo: Currículo MínimoA CA-CBF está elaborando um currículo mínimo nacional contemplando todas as disciplinas necessárias, de forma que tenhamos uma formação próxima da uniformidade em níveis de conhecimento, aplicação e domínio pleno. Esta formação estará vinculada à EBF (Escola Brasileira de Futebol), composta por sete instrutores da Subcomissão de Ensino, sendo que teremos um de cada região coordenando, de forma regionalizada, a formação

Teremos, ainda, um acompanhamento através dos instrutores supracitados também nas regiões das revelações que surgirem, acompanhando-as e as auxiliando na progressão de suas carreiras.

Médio Prazo: Aprimoramento
Por intermédio de um acompanhamento constante da Subcomissão de Ensino juntamente com a Comissão de Árbitros da CBF, estaremos fazendo um programa de verificação, reciclagem e, posteriormente, o aprimoramento necessário para então termos uma qualidade verdadeira em nível estadual na formação, e utilização nas competições regionais, para o emprego destes profissionais nas escalas nacionais. O árbitro confederado não pode ser preparado nas competições nacionais, mas nas estaduais.

Outras mudanças serão preparadas para implementação em 2008 ou, se for o caso, deixadas para análise dos sucessores.

Observadores de Arbitragens
Pretendemos alterar a forma de escolha dos Observadores. Se possível, faremos um vestibular de acesso, com ex-árbitros, ex-assistentes e pessoas com notório saber (não existindo a necessidade de ter sido árbitro) para compor este novo quadro. Solicitamos sugestões. A decisão final sempre será da Comissão.

Presidência Interina da CA-CBF
Apenas para restabelecimento da verdade: não deixei funções. Apenas diminui um pouco o ritmo. Mas, mesmo assim, continuo recebendo pedidos para colaborar em várias entidades e, mesmo licenciado das funções na secretaria-geral da EAFI, estarei colaborando com a Direção da Escola, com a CEAF e com os Árbitros.

Aproveito para agradecer ao Cel. Marinho a oportunidade de ter presidido a comissão que alterou o regulamento geral da arbitragem que, hoje, está próximo daquilo que tanto sonhamos.

Agradeço, ainda, ao Dr. Marco Polo Del Nero, pelas oportunidades e pelas referências positivas que têm feito sobre a nossa contribuição à arbitragem paulista e, neste momento, brasileira. Como disse ao ilustre presidente, estou há 26 anos dedicando-me apenas à categoria e os frutos obtidos não se deveram à cor dos meus olhos, mas ao trabalho incansável em projetos que têm colaborado para a melhoria da arbitragem.

Uma única tristeza é que o ranking e o regulamento da arbitragem já poderiam ter completado oito anos, pois dirigentes de outrora receberam o projeto e o engavetaram. Quando o Cel. Marinho colocou o assunto em pauta, além de ficar feliz, tive o prazer de poder colaborar um pouco.

Fechando esta coluna, divulgo as recomendações aos árbitros, assistentes e observadores, contidos no ofício circular n°042/2007-CA/CBF/28.08.07 elaborado por vários companheiros, como se segue:

Em conjunto com os companheiros de comissão – Prof. Paulo Jorge Alves/RJ, Prof. Luiz Cunha Martins/RS e Dr. Manoel Serapião Filho/BA – e após análise de todos os jogos das primeiras fases e os primeiros das fases atuais das Séries A, B e C, chegamos à conclusão de que, apesar de o trabalho da arbitragem haver sido de bom nível, podemos e devemos melhorá-lo, pois potencial para tanto os senhores, sem sombra de dúvida, têm. Desse modo, solicitamos a máxima atenção para os pontos a serem destacados abaixo:

1 – Árbitros
EXPULSAR todo jogador culpado por jogo brusco grave (uso de força excessiva ou brutalidade contra adversário quando da disputa da bola, em especial desenvolvendo o denominado “carrinho”, ainda que de lado e de frente, porquanto por trás a jogada se desloca para o campo da violência que, mais ainda, exige expulsão.

EXPULSAR todo jogador que, na disputa da bola, for culpado por conduta violenta. A ação que caracteriza o jogo violento, quando praticada fora da disputa da bola, passa a ser agressão que, por igual, merece a indicada pena. Noto, ademais, que a punição igualmente se justifica quando o ato for praticado, inclusive, por jogadores substitutos ou substituídos contra outras pessoas que não jogadores.

ADVERTIR com o cartão amarelo o jogador culpado de conduta antiesportiva, como simular recebimento de faltas ou sofrimento de contusão, fazer gestos incompatíveis com fair play do desporto, reclamar da arbitragem com gestos ou palavras, retardar o reinício de jogo (quer demorando a repor a bola em jogo, quer impedindo que o adversário o faça, quer atrasando a realização de substituição), etc.

No particular da simulação de recebimento de faltas, observo que a ação deve ser acintosa, clara, especialmente para “cavar” pênaltis, pois o atacante normalmente está mais desequilibrado do que o defensor, de modo que sua queda pode ser provocada por um simples contato físico. Assim, se a queda for antecedida de contato físico, a punição somente se justifica se o árbitro estiver absolutamente seguro de que houve simulação. Ademais, e importantíssimo, ressalto que a dúvida do arbitro quanto a haver existido ou não pênalti jamais pode ser escondida por punição ao atacante que caiu, pois isso corresponderia a negar todo princípio de moralidade e imparcialidade que deve caracterizar as arbitragens.

APLICAR o cartão com postura firme, mas respeitosa, e sempre identificar o jogador infrator.
TOMAR medidas disciplinares contra os funcionários oficiais das equipes (membros das comissões técnicas) que não se comportarem de forma correta. Ex.: abandono da área técnica de forma sistemática e deliberada, reclamações com a arbitragem, etc.

ATUAR de forma preventiva, impedindo o “agarra-agarra” nas cobranças de tiros de canto e/ou de faltas/infrações. Dentro desta atuação preventiva, e sempre que possível, aproveitar a partida paralisada e antes da bola ser colocada em jogo para alertar os jogadores sobre tais procedimentos.

ATENTAR para os lances de “bola na mão” (não intencional) e “mão na bola” (intencional). O árbitro que está ligado no jogo sente, perfeitamente, quando o lance é ou não acidental.

ACRESCENTAR o tempo perdido com o mesmo critério nas duas partes de jogo.

ATENTAR para a confecção dos relatórios, conferindo e relatando todas as ocorrências com absoluta fidelidade, o que, portanto, não pode ser feito apressadamente, mas com muita calma. Afinal, os relatórios do jogo são seu registro oficial.

NÃO CONCEDER entrevistas ou dar declarações sobre lances de interpretação técnica e disciplinar do jogo.

NÃO UTILIZAR o telefone celular no vestiário durante o intervalo de jogo.

Além destas recomendações, exige-se, especificamente:
Autoridade – Não permitir que os jogadores desafiem a autoridade da arbitragem, punindo-os adequadamente

Evitar reclamações e o “pedido” de cartão – Não tolerar que os jogadores “peçam” cartão amarelo para um adversário. Dependendo da forma de atuação, se insistente ou acintosa, os infratores devem ser punidos com cartão amarelo.

Atentar para os “carrinhos”, braços e cotovelos – Entradas, como, por exemplo, os “carrinhos”, são consideradas faltas graves e merecedoras de punição com cartão vermelho.

Não paralisar o jogo a todo momento – O árbitro não é “apitador de faltas”, mas um profissional que tem o dever de cumprir as regras para que vença o melhor. Portanto o árbitro deve se preocupar com a denominada “lei da vantagem”.

Fazer a leitura do jogo – O árbitro que apenas estiver em forma e que tiver pleno domínio (não apenas conhecimento) das regras do jogo não garante uma boa arbitragem. É preciso perceber como o jogo flui, o que lhe possibilita posicionar-se no lugar certo e no momento certo, a fim de que tome a devida decisão.

Conhecer os estilos – O profissional atento conhece os diversos estilos de jogo e as táticas adotadas pelas equipes em suas partidas, assim como as características dos jogadores, permitindo a antecipação da forma como o jogo se desenrolará.

Estar concentrado – A fase de concentração antecede ao dia do jogo (tema discutido exaustivamente nos encontros da Granja e Regionais). Portanto, é obrigatório que o árbitro evite exposição desnecessária, por meio de entrevistas, programas de televisão, etc., nos dias que antecedem ao jogo e, principalmente, em suas vésperas.

Regularidade – O bom árbitro não tem altos e baixos. Ao contrário: mantém regularidade. Para tanto, respeitando suas características pessoais, deve traçar uma filosofia de trabalho e a ela se manter fiel.

2 – Assistentes
CONFERIR as redes antes e no intervalo dos jogos.

FICAR sempre posicionado na altura (linha) do penúltimo defensor.

FICAR, sempre que possível, de frente para o campo de jogo.

CONCENTRAR-SE em todas as jogadas e durante os 90 minutos de jogo.

AUXILIAR o árbitro a controlar a partida. Em particular, pode entrar no campo de jogo e ajudar a controlar a distância de 9,15 m., mas voltando o mais rápido possível para a posição que o lance requerer.

NÃO UTILIZAR o “spray”, pois este é de uso exclusivo dos árbitros.

FORNECER informações precisas sobre casos de agressões, enfrentamento coletivo ou outros distúrbios, principalmente identificando os envolvidos, para o que deve estar atento, inclusive no ato da redação dos relatórios.

3 – Quarto Árbitro
CONFERIR com atenção a documentação dos jogadores e se o número nas camisas está conforme ao descrito na relação dos jogadores.

INFORMAR corretamente as equipes e ao árbitro sobre as cores dos uniformes.

CUMPRIR o previsto no Art. 32, do RGC/CBF, que trata da divulgação da formação inicial das equipes com 45 minutos de antecedência do início da partida.

ANOTAR – obrigatoriamente – as ocorrências durante a partida e auxiliar o árbitro na confecção dos relatórios.

FICAR sempre atento nas áreas técnicas e, também, no trabalho dos gandulas.

FICAR de prontidão, em pé, sem, portanto, comportar-se como um espectador da partida.

4 – Observadores
ENCAMINHAR via postal (carta registrada), malote (Federações), ou, ainda, por e-mail, os relatórios com brevidade (no máximo 48 horas após a realização da partida), utilizando os modelos disponibilizados no site da CBF.

ELABORAR um relatório circunstanciado, com aspectos positivos e a melhorar. A remessa da Ficha de Avaliação apenas com as notas ensejará afastamento das escalas.

UTILIZAR o Manual do Observador para suas avaliações.

INFORMAR com brevidade à presidência da CA-CBF se houver fato relevante ocorrido na partida observada.

EVITAR orientar a equipe de arbitragem, a não ser quando solicitados. Obs.: Este trabalho é dos Instrutores da Subcomissão de Ensino e dos futuros Orientadores Estaduais.

PREPARAR-SE para duas avaliações, sendo uma teórica e outra prática. É de suma importância que o analista de arbitragem tenha experiência e, principalmente, pleno domínio das regras do jogo.

Determinações Gerais à Equipe de Arbitragem
ADQUIRIR passagens aéreas no menor preço possível (ler com atenção as resoluções números 006 e 007, do STJD).

ENTRAR em contato com a presidência da CA-CBF se houver algum problema que possa atrasar a chegada ao local da partida.

INFORMAR à CA-CBF qualquer visita recebida no vestiário.

ATUALIZAR, sempre que houver alteração, seus dados cadastrais.

NÃO USAR apitos e chuteiras de cores berrantes.

VEDADO uso do celular no intervalo dos jogos.

O descumprimento dessas determinações, além de poder ocasionar afastamento temporário do árbitro, exigirá sua reciclagem por meio de um instrutor indicado pela CA-CBF, que adotará as medidas comportáveis.

Observações Finais
Quero registrar o apoio recebido do Dr. Ricardo Teixeira, presidente da CBF, que não tem medido esforços e atendido à CA-CBF na busca da melhoria do segmento. Portanto, o resultado de um excelente trabalho no campo de jogo reforçará o projeto que estamos elaborando, que deverá alterar o rumo da arbitragem no Brasil e, em conseqüência, maiores benefícios serão alcançados.

Desde 2006, venho acompanhando e participando dos projetos do Dr. Édson. Portanto, tenho pleno conhecimento das orientações, da apresentação de lances de jogos na Granja Comary, visando à melhoria da qualidade, dos treinamentos práticos feitos pelos integrantes da subcomissão de ensino nos encontros regionais, etc. Assim, ao assumir interinamente a presidência, apenas exigirei o cumprimento dos ensinamentos ministrados e recomendações prestadas.

Relembrem e cumpram aquilo que foi apresentado na palestra “Aproximando Critérios”, que estará disponibilizada no site da CBF, pois não podemos mais aceitar a passividade de alguns enquanto outros se esforçam para manter elevada a qualidade da arbitragem brasileira. Aos que se esforçam, a certeza de que continuarão nas previsões dos sorteios.

Jovens promessas estão se apresentando. Portanto, fica o registro aos árbitros de que nunca é tão fácil perdermos quando nos julgamos conhecedores.

Conclamamos, por fim, os companheiros a entrar para as partidas com:

Cordialmente,
Sérgio Corrêa da Silva
Presidente interino CA-CBF

Assuntos Institucionais

Federação Brasileira dos Árbitros de Futebol
Em 28 de julho o Sindicato participou da Assembléia Geral e na oportunidade foi eleito o Árbitro Internacional, Carlos Eugênio Simon (RS) para continuar o legado de Márcio Rezende Freitas. Esta instituição foi fundada pela Associação Nacional dos Árbitros de Futebol, em 15 de novembro de 2002, em Cuiabá – Mato Grosso. A FEBAF, assim que conseguir o registro sindical, no Ministério do Trabalho deverá assumir a direção da arbitragem brasileira. No momento e como previsto na fundação da entidade de segundo grau, a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol continua suas atividades.

Campeonato Feminino 2005/2006
Relembro aos árbitros que o documento protocolado na FPF e destinado ao Dr. Marco Polo Del Nero, com cópia à Comissão de Árbitros, está fixado na sede da entidade. No referido documento informamos a resposta da Secretaria, que nos enviou um documento comunicando ter pago as taxas à Federação Amadora.

Cooperativa dos Árbitros
Muitos árbitros entraram em contato para demonstrar preocupação com a fundação da Cooperativa dos Árbitros do Estado de São Paulo. Aproveito a oportunidade para dizer que este assunto foi sugerido há um ano e está em processo de formação, com as reuniões sendo coordenadas por Silas Santana, Ouvidor da Arbitragem.

Auxílio a Associados
Graças a uma sugestão desta presidência, conseguimos o auxílio para os árbitros que – em atividade no futebol profissional – sofram algum tipo de lesão. A FPF fechou um contrato com a Metlife, todavia o elevado número de lesionados inviabilizou o benefício por culpa da seguradora, que encerrou o contrato. Levamos o assunto à presidência e sugerimos a destinação de um salário mínimo para fazer face às despesas iniciais de tratamento. Tal benefício tem sido pago aos que comprovaram a lesão.

Seguro de Vida
Dentro do assunto benefício, lembro que 40% dos valores recebidos pelos 5% (cinco por cento) são destinados ao seguro de vida em grupo que, nos últimos quatro anos, minimizou a dor de seis famílias de companheiros nossos.

Psicóloga e Dentista
Dentro do assunto benefício, o Sindicato disponibilizou o serviço de atendimento de uma psicóloga na sede da entidade dos árbitros, e duas dezenas de árbitros estão recebendo tratamento odontológico.

Livro de Regras
Mais uma vez o SAFESP sai na frente e disponibiliza GRACIOSAMENTE aos associados o Livro de Regras 2007/2008, bastando apenas procurar a secretaria para retirar seu exemplar.

Instruções Adicionais para Árbitros
Uma novidade editorial será o livro “Instruções Adicionais para Árbitros” que, a partir do dia 28/08, estará disponível, sem ônus, aos associados.

Jogos da Cidade 2007
Em que pese a Secretaria não ter efetuado o repasse das taxas de arbitragens dos Jogos da Cidade 2007, o SAFESP os tem efetuado normalmente.

Carteira Social 2007 e 2008
O associado não federado, jubilado ou temporário que esteja em dia com suas contribuições poderá retirar sua carteira social, levando apenas uma foto 3×4. É necessário, pelo menos, quitar a primeira parcela da anuidade.

Aproveito para conclamar os associados a iniciar a entrega das fotos 3×4 para prepararmos a confecção das carteiras 2008.

Lista Telefônica
Em 2008 disponibilizaremos a Lista Telefônica para os Árbitros, mas para tanto já expedimos três comunicados a fim de que os companheiros informem se desejam ou não ter os números de seus telefones divulgados. Faremos isto até dezembro.

Aproveitando o ensejo, solicitamos que os associados informem alterações cadastrais, principalmente os telefones para contato. Isto pode ser feito por carta simples, telefone, e-mail ([email protected]) ou pelo site www.safesp.org

DVD – Treinamento Prático
Aproveitamos o ensejo para parabenizar a FPF que, por intermédio da CEAF-SP e da EAFI, disponibilizou um DVD e o Regulamento Geral da Arbitragem, trabalhos para os quais me orgulho de ter contribuído. Este trabalho foi distribuído aos presidentes de comissões estaduais de arbitragens.