Profissionalização de diretoria seria remunerar dirigentes?

Profissionalização de diretoria seria remunerar dirigentes?

Profissionalização de diretoria seria remunerar dirigentes?

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O assunto predominante do futebol nesta terça-feira é a estreia do Flamengo no Mundial de Clubes, contra o Al Hilal, a partir das 14h30 – horário de Brasília -, com transmissão ao vivo pela TV Globo.

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Assunto esportivo que requer avaliação no âmbito campineiro foi matéria publicada no portal da Ponte Preta dia 13 passado, ocasião em que o presidente Sebastião Arcanjo, o Tiãozinho, defende profissionalização das diretorias de clubes de futebol.

Pra puxar cartolas influentes no bojo de sua proposta, Tiãozinho prefere abrir debates com presidências da CBF e Federação Paulista de Futebol.

Como a matéria do portal não foi elucidativa, cabe-nos interpretar a palavra profissionalização de diretoria como remuneração de quem exerce cargos nomeados, e até mesmo eletivos.

Caso haja equívoco de interpretação, que esclareçam, por gentileza, o que significa profissionalização de diretoria.

Está se ampliando a relação de clubes brasileiros que definiram pelas tais remunerações para presidentes e, igualmente, componentes de diretoria.

A experiência que começou no Bahia se estendeu no Vitória, chegou no Fortaleza e atingiu o Paraná Clube.

CONSELHO DELIBERATIVO

Se projetam transportar esse novo modelo para a Ponte Preta, para respaldo do Conselho Deliberativo, cuidado.

Ponte tem se caracterizado por ferrenhas alas de oposição, o que pode implicar em barulho na hipótese de o futebol capengar.

Difícil prever aceitação de dirigente remunerado se a administração não primar pela competência em quaisquer dos segmentos.

Eis aí, portanto, um assunto que requer reflexão e sobretudo comunicação mais incisiva do que se pretende com profissionalização de diretoria.

Cogestão em futebol, desde que com regras claramente vantajosas, só merece incentivo.

Qualquer coisa diferente disso, cuidado.