Prevaleceu o melhor futebol do Náutico sobre o Guarani
Time pernambucano vence por 3 a 1, em Campinas
Prevaleceu o melhor futebol do Náutico sobre o Guarani
Abaixo, análise da derrota da Ponte Preta para o Sampaio Corrêa por 1 a 0, na noite desta sexta-feira em São Luís, capital do Maranhão.

O bugrino que me dá o prazer da leitura diária no blog
já havia sido informado sobre as dificuldades que seria o jogo desta sexta-feira contra o Náutico, em Campinas.
Logo, não havia motivo para cantar antecipadamente mais uma vitória neste Campeonato Brasileiro, mesmo que reeditasse a bela performance anterior diante do Operário, naquela goleada por 5 a 2.
Pois o Náutico ratificou aquilo que dele se esperava, e com inteira justiça fez por merecer a vitória por 3 a 1 sobre o Guarani.
Que o Náutico viria a Campinas para propor o jogo, não restava qualquer dúvida. Já havia feito isso diante do Vitória, na partida anterior, e contra uma das equipes mais bem condicionadas fisicamente da competição.
OBEDIÊNCIA TÁTICA
Igualmente não foi surpresa essa obediência tática do Náutico de recomposição rápida a cada bola perdida no ataque.
Assim, ficava a impressão de que a equipe se multiplicava em campo na tentativa de desarme, ou de picotar o jogo.
Desta forma, procurava evitar progressão do time bugrino.
Confirmou-se o que se sabia da solidez de sua defesa, com ênfase ao zagueiro Camutanga e fluidez na saída de bola através do lateral-esquerdo Bryan.
Aí o meia Jean Carlos une a boa técnica à função de abnegado na marcação.
Atacantes de beirada como Érick e Vinícius voltam pra marcar e cercar espaços do adversário. Além disso, o primeiro é hábil e o segundo veloz. A eles se junta o oportunismo do centroavante Kieza.
Soma-se a tudo isso um Náutico com cem por cento de aproveitamento na competição, num claro indício de que não há motivo para busca de culpados pela derrota do Guarani.
ACANHADO
Sim, a primeira meia hora de jogo foi de um Guarani acanhado em campo, aceitando a superioridade do adversário e preocupado em se defender, para não sofrer gol.
E durante o primeiro tempo não sofreu susto e ainda foi se soltando, tanto que foi para o intervalo em plano de equilíbrio na partida.
OS GOLS
O Náutico voltou para o segundo tempo com a mesma apetite do início e contou com a individualidade de Érick para a construção da jogada que resultou no primeiro gol.
Ao limpar o lance ele serviu Jean Carlos, que rolou a bola para Vinícius, livre de marcação – devido à descuido do lateral Pablo – para abrir o placar aos cinco minutos.
Aos dez minutos o Guarani empatou em rápida trama pela esquerda, cruzamento de Bidu, bola chegando ao meia Régis livre de marcação, que, ao finalizar, houve desvio do lateral-esquerdo Bryan, antes de entrar.
Cinco minutos depois, após o terceiro escanteio consecutivo e bola mal rebatida por Bidu, Kieza pegou a sobra e colocou o Náutico novamente em vantagem.
PÊNALTI
Sequer havia absorvido o ‘golpe’, o Guarani foi ‘nocauteado quando Érick tentou cruzar e o volante Rodrigo Andrade interceptou a bola com o braço, dentro da área, aos 17 minutos.
O pênalti indiscutível foi marcado e convertido por Érick: 3 a 1 Náutico.
Depois disso foram feitas alterações em ambas equipes, com vantagem do time nordestino que soube segurar a bola e administrar o resultado.
No Guarani, além das mudanças não acrescentarem no rendimento da equipe, o imprudente atacante Júlio César ainda provocou expulsão, ao se insurgir contra a arbitragem, aos 33 minutos.





































































































































