Presidente Técnico
Presidente Técnico
Alguns clubes brasileiros vivem uma nova fase. Uma nova experiência. Principalmente os das divisões inferiores, nos campeonatos estaduais. Há algum tempo está acontecendo parcerias, vendas e terceirizações de seus departamentos profissionais. Uns têm sucesso, mas a maior parte naufraga. Isso em virtude de desencontros administrativos, financeiros, filosóficos ou técnicos do presidente do clube e a empresa gestora.
O presidente de uma das partes, às vezes, quer escalar o time. Até aí nada demais, porque presidente é presidente e ponto final. Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, cansado das desclassificações no Paulistão e na Libertadores, mostrou que no seu clube presidente manda mesmo.
No treino, antes do jogo contra o Goiás (GO), ele esteve dentro do campo dizendo que atleta que não joga com alegria não serve para o São Paulo. Questionou também o seu técnico Muricy Ramalho, sobre as titularidades de alguns. Aí o São Paulo ganhou do Goiás com várias mudanças no time.
Se Muricy não escalou o time que vinha jogando por causa da ação do presidente, pouco importa. O que vale ressaltar é que o Juvenal tomou uma atitude de presidente presente, como se ele estivesse em uma empresa. Mostrou autoridade. Foi até o chão de fábrica, no caso o local de treino, se comunicou com os funcionários e obteve resultado positivo.
Ele pode fazer isso porque tem conhecimento do assunto pelos anos acumulados como diretor de futebol. Deixou exemplo para vários presidentes de clubes omissos. Omissos por incompetência ou por não terem conhecimento técnico.





































































































































