Presidente do Guarani acha difícil pagar os salários em dia
Leonel Martins vê um futuro melhor para o Bugre, mas sabe que ainda enfrentará dificuldades. Tudo porque a antiga administação deixou compromissos não cumpridos.
Campinas, SP, 9 (AFI) – O presidente do Guarani, Leonel Martins de Oliveira, espera que o ano de 2007 seja muito diferente das temporadas anteriores, quando o Bugre, segundo o próprio dirigente, viveu seu inferno astral.
E para isso, afirmou que um trabalho diferente vem sendo feito e o futuro do alviverde tende a melhorar. Do lado financeiro, ajustes foram feitos.
A folha de pagamento vai beirar os R$ 150 mil mensais, alguns patrocínios vem sendo acertados. É a famosa política dos pés no chão. Mas, mesmo assim, o presidente acha difícil pagar os jogadores em dia.
“O problema é que temos que acertar compromissos passados, deixados pela antiga administração. Dessa maneira, será complicado realizar todos os pagamentos no dia prometido”, salientou Leonel.
“A luta vai ser muito grande para cumprirmos nosso objetivo”, completou. As receitas serão muito restritas, uma vez que o clube não tem mais nada a receber da Federação Paulista de Futebol (FPF) e do Clube dos 13, já que antecipou, no último ano, as receitas deste ano.
ESPN BRASIL
Foi assinado na noite desta última segunda-feira, um acerto entre a Federação e a emissora ESPN Brasil. No contrato, ficou confirmada a transmissão dos jogos do Campeonato Paulista da Série A-2 por parte da emissora.
No entanto, Martins de Oliveira comentou ser ínfima as cotas que irão para os clubes, não podendo contar com este tipo de receita para bancar parte dos seus compromissos.
Ponte e Guarani
Sobre a reunião da última sexta-feira, quando esteve com o presidente da Ponte Preta, Sérgio Carnielli, Leonel Martins confirmou que alguma saída está sendo estudada, e que a parceria com a Embratel, empresa telefônica, que já patrocina 8 times do interior paulista, é uma possibilidade.
“Temos que ver o que eles querem nos dar. Se não valer a pena, não faremos parceria nenhuma. Estamos conversando, mas está difícil, eles não querem pagar muito”, finalizou o presidente bugrino.





































































































































