Presidente do Fluminense, Peter Siemsen, vê derrota 'inadmissível' e faz alerta

Siemsen ainda aproveitou o seu pronunciamento para fazer um alerta aos jogadores e ao técnico Cristóvão Borges

A surpreendente goleada por 5 a 2 sofrida diante do América-RN, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, motivou o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, a se pronunciar.

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Rio de Janeiro, RJ, 14 – A surpreendente goleada por 5 a 2 sofrida diante do América-RN, na noite desta quarta-feira, no Maracanã, motivou o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, a fazer um pronunciamento após o confronto. Indignado com a eliminação na Copa do Brasil, na qual a vaga nas oitavas de final parecia certa após a vitória por 3 a 0 no jogo de ida, em Natal, o dirigente não aliviou nas críticas ao time, assim como ressaltou que o resultado foi um fiasco histórico do clube.

“Foi uma noite triste para o clube e para a instituição, muito dura para o torcedor. E eu, tal qual todos os torcedores, sou um torcedor apaixonado e realmente me senti muito mal aqui no Maracanã nesta quarta-feira. É inadmissível o resultado da forma como foi. É importante que a gente converse, avalie por que está acontecendo isso, avalie onde que as peças não estão funcionando num momento como este”, afirmou.

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Peter Siemsen cobra jogadores do Fluminense

Siemsen ainda aproveitou o seu pronunciamento para fazer um alerta aos jogadores e ao técnico Cristóvão Borges, que agora passou a se ver pressionado após receber elogios ao seu trabalho, pois hoje o time ocupa a quarta posição do Campeonato Brasileiro. A equipe volta a atuar pela competição nacional neste domingo, no clássico contra o Botafogo, às 18h30, no Mané Garrincha, em Brasília.

“Não podemos enfrentar o mesmo tipo de situação nesta longa jornada do Brasileiro, no qual estamos bem colocados, tendo uma boa performance, mas a derrota para o América foi um sinal de alerta muito forte, que se nós não entendermos o sinal de alerta e não soubermos o que está errado para consertar em relação ao jogo com o time potiguar, podemos correr riscos no Brasileiro também”, disse o dirigente, deixando nas entrelinhas o temor de que o time poderá, assim como aconteceu no ano passado, lutar contra o rebaixamento à Série B na continuidade da competição.

“Amanhã (quinta-feira) é o dia de pensarmos com muito carinho no que aconteceu aqui, avaliar bastante para que isso não ocorra mais para frente outra vez”, encerrou o presidente, visivelmente revoltado com o vexame amargado pela equipe tricolor.