Presidente dá prazo de 10 dias para acertar salários e termina greve no Figueirense
Os jogadores aceitaram voltar aos treinamentos visando o duelo frente ao Londrina
Os jogadores aceitaram voltar aos treinamentos visando o duelo frente ao Londrina
Florianópolis, SC, 17 (AFI) – Após dois dias de greve, o Figueirense voltou aos treinamentos nesta quarta-feira. As atividades aconteceram após uma reunião do elenco com o presidente Cláudio Honigman, da Elephant, gestora do clube. A promessa é de pagamento de todas as dívidas em, no máximo, dez dias.

A reunião durou quase 1 hora e contou com a presença do diretor de comunicação de marketing do clube, Bruno Ribeiro. Os jogadores fizeram uma lista com várias reivindicações, como: acerto de salários de funcionários, ajuda de custo das categorias de base, regularização das pendências de 2017 e 2018, férias e 13º não pagos, premiações atrasadas, depósitos de FGTS, direitos de imagem e salário CLT dos profissionais.
A greve realizada pelos profissionais teve reflexo na base. Os jovens jogadores do Figueirense não treinaram nesta quarta e estão em situação ainda mais complicada. Os débitos chegam há 11 meses, sendo que a ‘ajuda de custo’ é de R$ 350 por cabeça.
O Figueirense ainda corre risco de ser punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por não cumprir com o Fair Play Trabalhista. A entidade deu 15 dias para o clube catarinense regularizar a situação. A equipe pode perder pontos na Série B do Campeonato Brasileiro.
SITUAÇÃO NA SÉRIE B
Apesar do atraso salarial, o Figueirense tem feito uma boa campanha na Série B. O clube catarinense é o sétimo colocado, com 16 pontos, um atrás do Sport, primeiro clube dentro da zona de acesso à Série A.





































































































































