Presidente da Ponte usa Brigatti para provocar Guarani: "Vão tremer"
O dérbi vai acontecer no dia 16 de março, pela décima rodada do Paulistão
O dérbi vai acontecer no dia 16 de março, pela décima rodada do Paulistão
Campinas, SP, 25 (AFI) – No dia 16 de março, Guarani e Ponte Preta farão um campeonato à parte no Paulistão. Isso porque os dois vão se enfrentar no Brinco de Ouro da Princesa. E as provocações já começaram. O presidente do time alvinegro aproveitou a contratação do técnico João Brigatti para alfinetar o arquirrival.
“Ao contrário do que muitos afirmam, eu tive a oportunidade de acompanhar a trajetória do João aqui na Ponte. Não que ele faça apenas a turma lá de baixo tremer, eu sei que eles vão tremer com a chegada do João, já estão tremendo. Mas não estou entre aqueles que acham que o João seja apenas um motivador. Se pensasse assim, ia recomendar livros de autoajuda para o nosso elenco. Fomos buscar pessoas que têm condição e já provaram isso”, afirmou o mandatário.
O treinador também não escondeu que Guto Ferreira era a primeira opção para a vaga deixada por Gilson Kleina.
“É óbvio que sabemos o momento, as dificuldades do nosso time. Todos vocês acompanharam o processo de definição dos nomes, daqueles que pesquisamos para averiguar a disponibilidade. Eu entendo que devemos praticar uma ética esportiva no futebol. Então, o fato de o João estar empregado, assim como outros que consultamos, fez com que buscássemos contato com eles depois de consultar treinadores que estavam disponíveis. Isso não é demérito, foi um critério que consideramos”, falou.
POLÊMICAS
Como goleiro da Ponte Preta, João Brigatti disputou cinco jogos contra o Guarani e, curiosamente, empatou todos. Como treinador, em 2018, empatou novamente, desta vez, por 0 a 0.
O treinador ainda tem um histórico de provocação. Em 2003, ainda como preparador de goleiros, estendeu a bandeira da Ponte no centro do gramado, gerando tumulto, apartado pela polícia, no dérbi.
Em 2018, quando era auxiliar de Dorival, a Ponte venceu o Guarani por 3 a 2 saiu de campo batendo no símbolo da Ponte Preta e apontando para a torcida do Guarani. Na ocasião, o presidente Palmeron Mendes Filho tomou as dores e considerou a atitude como “falta de respeito”.





































































































































