Presidente da FPF explica sobre 'bolha do Paulistão', protocolo vetado pelo Governo

Com o protocolo vetado, Reinaldo Carneiro Bastos afirmou estar procurando alternativas para realização do Paulistão

Com o protocolo vetado, Reinaldo Carneiro Bastos afirmou estar procurando alternativas para realização do Paulistão

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São Paulo, SP, 17 (AFI) – O presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, falou sobre os protocolos de segurança que foram vetados pelo Governo de São Paulo. O dirigente revelou transformar o Paulistão em uma ‘bolha’, mas acabou não sendo aprovado pelo Ministério Público. A entidade busca alternativas para evitar a paralisação da Série A1, mas já suspendeu a Segunda e a Terceira Divisão.

“Propomos a testar todos os atletas antes e depois das partidas, isolar todos os envolvidos no Centro de Treinamento ou em Hotel e reduzir os profissionais que trabalham em uma partida de futebol. Hoje temos 176 pessoas em um jogo. Pretendíamos diminuir para 55. Faríamos uma bolha durante a Fase Emergencial. Era um protocolo rígido mesmo assim não foi aceito pelo Ministério Público e nem pelo Governo”, falou o presidente.

Clubes ficariam em uma bolha na luta contra covid-19

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Reinaldo Carneiro Bastos usou os últimos dias para fazer reuniões constantes como Governo e com o Ministério Público. O mandatário revelou ter recebido elogios pelo protocolo apresentado e afirmou ter se surpreendido com discurso do Governo.

“Me incomodou o seguinte. Fomos a reunião com três secretários de Estados. Levamos a possibilidade da bolha e deixamos claro que pararíamos as demais divisões. Iríamos isolar todos. Sem exceção, os envolvidos não fizeram uma crítica sequer ao projeto. Mas, na coletiva, o Governo faltou com a verdade ao afirmar que já havia avisado o protocolo não seria aceito. Isso não aconteceu. Todos elogiaram. Na reunião com o Ministério, usaram a frade do Paulo Menezes para manter a paralisação”, contou.

INDEFINIÇÃO!
Com o veto, a Federação Paulista de Futebol (FPF) segue buscando alternativas para dar continuidade ao Paulistão. O mandatário indicou que buscará outros Estados para entregar a competição no tempo previsto.