Portal FI analisa o desempenho de palmeirenses e santistas na decisão

Fernando Prass se destacou defendendo pênalti e marcando o gol que garantiu o primeiro título alviverde na nova casa

Fernando Prass se destacou defendendo pênalti e marcando o gol que garantiu o primeiro título alviverde na nova casa

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São Paulo, SP, 02 (AFI) – Em jogo tenso e com clima de decisão no Allianz Parque, o Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1 nesta quarta-feira e se sagrou campeão da Copa do Brasil após disputa nos pênaltis.

Apesar do título, poucos atletas se destacaram em jogo marcado por muito nervosismo e poucas jogadas de inspiração. O conjunto alviverde foi mais forte e mereceu o título. O Portal Futebol Interior analisou o desempenho dos atletas em campo e trás as atuações da grande decisão.

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PALMEIRAS

Fernando Prass
Não foi muito acionado durante o jogo, mas nos pênaltis cresceu mais uma vez e justificou a idolatria da torcida. Defendeu o chute de Gustavo Henrique e fez o gol que garantiu a conquista. Nota: 7,0.

João Pedro
Teve muita dificuldade para conter Zeca e Gabriel no primeiro tempo. Aos poucos foi se soltando, mas não conseguiu apoiar o ataque nem dar segurança defensiva e acabou sendo substituído pelo jovem Lucas Taylor. Nota: 5,0.

Vitor Hugo
Zagueiro rebatedor, não quis inventar na saída de bola e abusou dos chutões, mas foi decisivo desviando de cabeça a bola para o segundo gol de Dudu. Nota: 6,0.

Jackson
Assim como o companheiro de zaga, jogou sério e não comprometeu. Em uma noite pouco inspirada do Santos, não teve muito trabalho e ainda bateu bem o seu pênalti. Nota: 5,5.

Zé Roberto
Líder do elenco palmeirense. Apareceu tanto no ataque quanto na defesa e cobrou pênalti com confiança para colocar o Verdão na frente. Nota: 6,5.

Matheus Sales
Fez o básico na marcação, mas não teve paciência para segurar a bola e preferia forçar ligações diretas para o ataque ao invés de trabalhar de pé em pé com os companheiros de meio de campo. Nota: 5,0.

Arouca
Ajudou na marcação, mas não apareceu muito na partida. Fez o básico e impediu que o adversário crescesse no jogo. Nota: 5,5.

Robinho
Apareceu pouco porque a defesa palmeiras insiste em pular o meio de campo, forçando ligações diretas para o ataque. Mesmo assim, iniciou a jogada do primeiro gol de Dudu. 6,0.

Gabriel Jesus
Enquanto jogou, foi o mais incisivo do ataque palmeirense, mas pecou em finalizações que poderiam fazer a diferença. Sentiu o ombro e teve de ser substituído no final da primeira etapa. Nota: 6,0.

Dudu
Cometeu erros básicos de passe e domínio no primeiro tempo, o que demonstrava o nervosismo em relação à final, mas teve presença de área e marcou os dois gols da vitória palmeirense. Nota: 6,0.

Lucas Barrios
Mostrou vontade, mas brigava sozinho no ataque, sem aproximação dos companheiros. Quando teve com quem tabelar, fez o pivô na jogada do gol de Dudu. Nota: 6,5.

Reservas

Rafael Marques
Entrou no lugar de Gabriel Jesus e não conseguiu repetir o que o jovem atacante vinha fazendo. Desperdiçou uma das cobranças de pênalti palmeirenses. Nota: 5,0.

Cristaldo
Entrou no final e participou pouco, mas garantiu sua cobrança de pênalti. Nota: 5,5.

Lucas Taylor
Entrou no final e participou pouco. Sem nota.

Técnico – Marcelo Oliveira
Não conseguiu dar o padrão que se esperava ao Palmeiras, mas teve um desempenho suficiente para conquistar a Copa do Brasil. Mexeu na equipe por necessidade. Nota: 5,5.

SANTOS

Vanderlei
Fez boa defesas, especialmente no primeiro tempo. Pegou pênalti de Rafael Marques, mas não foi suficiente. Nota: 6,5.

Victor Ferraz
Conteve os avanços de Zé Roberto e ainda encontrava espaços para se aventurar ao ataque. Chutou na trave a melhor chance do Peixe no primeiro tempo. Nota: 6,0.

David Braz
Demonstrou certa insegurança nos minutos iniciais. Conseguiu melhorar, mas teve de ser substituído na metade do primeiro tempo por lesão. Nota: 5,5.

Gustavo Henrique
Discreto, se limitou a jogar sério para não comprometer, mas deu espaço para Dudu balançar as redes duas vezes. Nota: 5,5.

Zeca
Bem no apoio e na marcação, foi um dos melhores jogadores do Santos desde o início. Era a válvula de escapa para a saída de bola do Peixe e levou a melhor no confronto contra o lateral João Pedro. Nota: 6,5.

Renato
Discreto. Foi aplicado na marcação e sofreu com a falta de inspiração do time santista. Sem Lucas Lima e Gabriel se apresentando para receber a bola, não teve opções para iniciar as jogadas ofensivas. Nota: 5,5.

Thiago Maia
Aplicado na marcação, foi discreto com a bola no pé, participando pouco da jogadas ofensivas do Peixe. No entanto, também não se intimidou com o clima de decisão. Nota: 5,5.

Lucas Lima
Sumido em campo, não foi nem sombra do que se espera dele. Não conseguiu chamar a responsabilidade, nem acionar o artilheiro Ricardo Oliveira. Nota: 5,0.

Gabriel
Artilheiro da Copa do Brasil, o atacante não mostrou o que a torcida santista esperava dele. Tímido no primeiro tempo, praticamente não participou da segunda etapa até os 20 minutos, quando foi substituído por Geuvânio. Nota: 6,0.

Marquinhos Gabriel
Em meio a um ataque pouco inspirado, até que foi bem e participou do gol de Ricardo Oliveira, cobrando o escanteio. Teve azar na hora dos pênaltis e escorreu na primeira cobrança santista. Nota: 6,0.

Ricardo Oliveira
Isolado, só participava do jogo quando recuava para buscar a bola longe da área. Mesmo sem muita ajuda dos companheiros de ataque, mostrou seu faro de artilheiro novamente e marcou seu gol na única chance que teve. Nota: 6,0.

Reservas

Werley
Entrou no lugar de David Braz machucado e foi decisivo. Não comprometeu na defesa e desviou, de calcanhar, a cobrança de escanteio de Marquinhos Gabriel que resultou no gol de Ricardo Oliveira. Nota: 6,0.

Geuvânio
Entrou no final e fez muito pouco, mas teve frieza para marcar de pênalti. Nota: 5,5.

Paulo Ricardo
Entrou no final e teve pouco tempo para jogar. Sem nota.

Técnico – Dorival Júnior
Quase tirou Ricardo Oliveira minutos antes dele marcar o gol que levou a decisão para os pênaltis. Não conseguiu surpreender o Palmeiras ou aproveitar as falhas do adversário. Nota: 5,0.