Por amor à Lusa, padeiros prometem boicotar patrocinadores da CBF
O presidente do Sindipan, Antero José Pereira, confirmou que muito de seus filiados estão aderindo o movimento
A Portuguesa ganhou um forte aliado na luta para permanecer na elite do Campeonato Brasileiro. É que os donos de padaria de São Paulo estão ameaçando boicotar as empresas que patrocinam o Brasileirão.
São Paulo, SP, 13 (AFI) – A Portuguesa ganhou um forte aliado na luta para permanecer na elite do Campeonato Brasileiro. É que os donos de padaria de São Paulo estão ameaçando boicotar as empresas que patrocinam o Brasileirão, caso o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) confirme a queda da Lusa e a manutenção do Fluminense.

O presidente do Sindicato das Panificadoras de São Paulo (Sindipan), Antero José Pereira, confirmou que muito de seus filiados estão aderindo ao movimento. Como líder sindical, ele garantiu que não pode “embarcar na onda”, mas garantiu que como dono de padaria dará seu apoio.
Embora não possa apoiar publicamente o boicote que é arquitetado por seus filiados, o Sindipan não deixou de declarar seu apoio à Portuguesa. O órgão divulgou uma nota oficial à imprensa confirmando que é a favor da permanência do clube na elite nacional.
Caso aconteça mesmo o boicote, as principais empresas atingidas devem ser do ramo alimentício e de bebidas, que são ligadas diretamente a estabelecimentos como as padarias.
A decisão dos padeiros poderia causar um verdadeiro reboliço na Grande São Paulo. De acordo com dados do Sindipan, há cerca de 6 mil padarias na na região metropolitana de São Paulo, sendo que 70% pertence a portugueses ou descendentes.
Entenda o caso
Mesmo condenado a dois jogos de suspensão na última sexta-feira, o meia Héverton acabou entrando em campo para enfrentar o Grêmio no domingo, pela 38ª rodada do Brasileiro – ele cumpriu a automática diante da Ponte Preta, na 37ª. Com a escalação irregular, a Lusa corre o risco de perder quatro pontos no julgamento marcado para segunda-feira, o que provocaria seu rebaixamento para a Série B.
Além de tentar reverter a punição de Héverton, a diretoria da Lusa se defende alegando que o advogado contratado pelo clube neste julgamento do meia, Osvaldo Sestário, comunicou a punição de apenas um jogo. Assim, a Portuguesa não estaria sabendo que o jogador estava impossibilitado de atuar. Mas o advogado garante que deu a informação correta sobre a suspensão do atleta por duas partidas.





































































































































