Ponte Preta sonda 'pacotão' com Romero, Marlone e Rogério, mas...
Elber, do Cruzeiro, também foi cogitado no Cruzeiro. E Macaca levou mais um não
Elber, do Cruzeiro, também foi cogitado no Cruzeiro. E Macaca levou mais um não
Campinas, SP, 26 (AFI) – Após campanha, no máximo, mediana no Campeonato Paulista – time só melhorou nas mãos de Alexandre Gallo, que saiu para dar lugar a Eduardo Baptista -, a Ponte Preta tenta reforçar o seu elenco para não correr risco de rebaixamento no Brasileirão, mas está encontrando enormes dificuldades para trazer jogadores mais renomados. A Macaca sondou nos últimos dias, os meias Elber, do Cruzeiro, e Marlone, do Corinthians, além dos atacante Romero, também do Timão, e Rogério, do São Paulo, porém, ouviu um sonoro ‘não’.
A informação foi confirmada pelo próprio gerente de futebol da Ponte Preta, Gustavo Bueno, em entrevista ao Portal Futebol Interior. “Sim, o quarteto eram nomes que interessavam a Ponte Preta. Sondamos, mas não houve negócio”, limitou-se a dizer.
Tudo acabou conspirando contra a Ponte Preta. Marlone, ex-Sport, seria o jogador mais fácil para trazer como reforço para o segundo semestre, mas este, recuperado de lesão, comeu a bola contra o Cobresal-CHI e abriu os olhos de Tite, que pediu a permanência do mesmo até o fim do Brasileirão, já que está inscrito também na Libertadores.
Elber, de 23 anos, vinha sendo muito utilizado por Deivid, mas nunca foi inegociável pela diretoria do Cruzeiro. Com a demissão do treinador neste domingo, a Raposa só vai liberar ou contratar algum jogador após a definição do novo comandante, o que acabou prejudicando a Macaca.
Romero, por sua vez, é indispensável no elenco do técnico Tite. O treinador fez o atacante ganhar moral no Parque São Jorge e hoje é visto como uma espécie de 12º jogador ou ‘reserva de luxo’. O Timão já garantiu que não irá liberar o atleta.
A Ponte Preta bateu a cara também na tentativa por Rogério. O atacante não vem sendo muito utilizado por Bauza – perdeu espaço após a chegada de Kelvin -, mas a diretoria do tricolor crê que o jogador pode ser fundamental num campeonato longo como o brasileiro. O Tricolor pagou mais de um milhão para tirá-lo do Náutico.





































































































































