Ponte Preta sofre seis gols em dois jogos e bola aérea vira um 'pesadelo'
Na quarta-feira, a Ponte volta a jogar pela segunda fase da Copa do Brasil contra o Moto Club com reservas
Apesar de comemorar o empate com o Grêmio, por 3 a 3, o técnico Guto Ferreira espera, mais uma vez, que a Ponte Preta aprenda com os erros cometidos no Sul do país.
Campinas, SP, 11 (AFI) – Nem oito e muito menos 80. Apesar de comemorar o empate com o Grêmio, por 3 a 3, o técnico Guto Ferreira espera, mais uma vez, que a Ponte Preta aprenda com os erros cometidos no Sul do país. Na visão dele, a bola aérea foi o principal ponto negativo do time de Campinas nas últimas duas partidas.
No jogo contra os gaúchos, dois dos três gols sofridos saíram de bolas alçadas na área. Uma semana antes, no amistoso contra o Orlando City-EUA, do meia Kaká, foram mais dois gols sofridos em bolas aéreas, na derrota por 3 a 2, na Flórida.
Guto Ferreira espera ver o time aprendendo com os erros nestes jogos. E, para isso, deve trabalhar exaustivamente durante a semana as jogadas aéreas defensivas. Ele vai aproveitar a semana livre para treinos para preparar o time que enfrenta o São Paulo, no domingo, em casa.
“Contado o gol bem anulado (marcado pelo zagueiro Pedro Geromel), o Grêmio fez três gols de bola parada. É uma coisa que temos que qualificar e acertar”, destacou o treinador alvinegro.
Na quarta-feira, a Ponte volta a jogar pela segunda fase da Copa do Brasil contra o Moto Club, em Campinas. Assim como ocorrera na ida, quando venceu por 2 a 1, os campineiros devem mandar os reservas a campo.
Alguns reforços como o meia Cesinha e o atacante Borges devem jogar para ganharem ritmo de jogo. O mesmo vai ocorrer com o goleiro Marcelo Lomba, que também precisa ganhar ritmo, já que vem de quase três meses parado por conta de uma lesão na costela.





































































































































