Ponte Preta pode sofrer novo transfer ban por dívida com boliviano
O clube tem 45 dias para quitar o débito, caso contrário, será impedido de registrar novos jogadores por até três janelas de transferências
A Ponte Preta pode ser punida pela Fifa com um novo transfer ban devido a uma dívida de R$ 227.777,75 com o zagueiro Luis Haquin.
Campinas, SP, 19 (AFI) – A Ponte Preta pode ser punida pela Fifa com um novo transfer ban devido a uma dívida de R$ 227.777,75 com o zagueiro Luis Haquin, referente ao período em que o jogador defendeu a Macaca em 2024.
O clube tem 45 dias, contados a partir da notificação oficial, para quitar o débito com o atleta, incluindo juros, caso contrário será impedido de registrar novos jogadores por até três janelas de transferências. Essa é a terceira punição recente envolvendo a Ponte.
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MAIS DETALHES

O valor inicial da cobrança era próximo de R$ 500 mil, mas a Câmara de Resoluções da Fifa aceitou parcialmente o pedido do zagueiro, hoje no Al-Tai, da Arábia Saudita, e capitão da seleção boliviana. O julgamento ocorreu na própria Fifa, já que o contrato de empréstimo junto ao Bolívar previa o órgão como foro responsável por divergências.
Durante sua passagem pelo Majestoso, Haquin fez só 13 partidas e ficou seis meses sem ser utilizado. Na época, o técnico Nelsinho Baptista optou por outras peças no elenco.
A Ponte Preta já estava sob transfer ban da CNRD desde julho de 2025, por conta de parcelas em atraso de acordos trabalhistas, e também da Fifa, desde setembro do ano passado, devido a dívidas de mecanismo de solidariedade. Juntos, os débitos chegam a aproximadamente R$ 2,2 milhões.
CRISE NO ELENCO DA PONTE
Com as punições, a Ponte Preta não consegue registrar reforços no início da temporada 2026. No Paulistão, entrou em campo nas três primeiras rodadas com um elenco bem enxuto, formado por jogadores remanescentes da Série C e garotos da base, sofrendo três derrotas seguidas.
No último jogo contra o Capivariano, a Macaca tinha apenas 10 atletas na lista principal e completou a relação com 17 jovens da base. A pré-temporada chegou a ser interrompida por duas semanas devido a atrasos salariais, e já são oito atletas que deixaram o clube neste período.
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