Ponte Preta lamenta prejuízos contra o Palmeiras e promove cortes de funcionários

Clube vai perder algo em torno de R$ 300 mil com ausência dos palmeirenses e fez corte para economizar R$ 5 milhões

Clube vai perder algo em torno de R$ 300 mil com ausência dos palmeirenses e fez corte para economizar R$ 5 milhões

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Campinas, SP, 16 (AFI) – Ao mesmo tempo em que a diretoria da Ponte Preta calcula um prejuízo em torno de R$ 300 mil por não poder receber a torcida do Palmeiras, neste domingo, às 19h30, no estádio Moisés Lucarelli, pela oitava rodada do Campeonato Paulista, ele fez um corte grande em todas as áreas do clube, gerando uma economia estimada em R$ 5 milhões.

Nesta tarde, o promotor Paulo Castilho esteve visitando o Majestoso junto com o Coronel Sulita, que comanda os estádios no Estado de São Paulo.

REFORÇO NA SEGURANÇA
Ao lado da direção pontepretana eles estudam uma forma de reforçar a segurança no Majestoso, motivo pelo qual o clube está proibido de receber torcida visitante. Normalmente seriam destinados três mil ingressos aos palmeirenses.

Paulo Castilho orienta Ponte Preta a reforçar segurança no Majestoso

Paulo Castilho orienta Ponte Preta a reforçar segurança no Majestoso

“Ficou definido que a diretoria fará um novo projeto e no futuro podemos rever a decisão tomada para evitar novos conflitos dentro e fora do estádio” – afirmou Castilho, lembrando que, por enquanto, o Majestoso continua sendo de torcida única.

E a torcida da Ponte proibida de ver jogos fora de casa.

PENA NECESSÁRIA
O próprio Castilho lamentou a punição, que é gerada por poucos e atinge toda uma coletividade, mas a considerou necessária.

“Só desta forma para que os bandidos infiltrados sejam banidos do futebol. e que não tenham, nenhum respaldo dos próprios clubes” – concluiu.

CONFUSÃO E REBAIXAMENTO
Tudo aconteceu depois da confusão gerada por um grupo de torcedores que invadiu o gramado na partida contra o Vitória, ano passado, no Campeonato Brasileiro. O clube, inclusive, perdeu cinco mandos que serão cumpridos na Série B do Brasileiro, uma vez que o time foi rebaixado.

“Nosso orçamento caiu de R$ 40 para R$ 15 milhões no ano e, infelizmente, precisamos fazer cortes” justificou o presidente José Armando Abdalla. Muitos profissionais do departamento de futebol foram dispensados, principalmente da base como preparadores físicos, técnicos, gerentes e até mesmo a nutricionista.

Os mais conhecidos são Rodrigo Leitão, gerente da base, e Leandro Zago, técnico do Sub-20. No profissional, professor Norberto, roupeiro Bezerra e massagista Rogério, além da nutricionista Marcinha.