Ponte Preta espera outro jogo com a Aparecidense pela Copa do Brasil
Expectativa é otimista: o julgamento acontece na OAB-CE dentro do Tribunal Itinerante do STJD.
Expectativa é otimista: o julgamento acontece na OAB-CE dentro do Tribunal Itinerante do STJD.
Campinas, SP, 22 (AFI) – O departamento jurídico da Ponte Preta mantém acessa a esperança de ter sucesso no seu pedido de impugnação da partida em que perdeu para o Aparecidense-GO, por 1 a 0, ainda pela primeira fase da Copa do Brasil.
Alegando interferência externa no resultado, o time campineiro espera uma decisão favorável na sessão que vai ser realizada, nesta sexta-feira, a partir das 16 horas, no Tribunal Itinerante do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na sede da OAB-CE em Fortaleza.
A comissão julgadora, chamada de instância máxima do órgão, é formada por oito membros. A decisão precisa ser de maioria simples, ou seja, cinco votos. Em caso de empate na votação, o voto de mineira ou decisivo fica com o presidente do STJD, no caso Paulo César Salomão. Além dele, fazem parte do Tribunal o relator Ronaldo Botelho Piacente e os seguintes auditores: João Bosco, José Perdiz, Antônio Vanderler, Arlete Mesquita, Flávio Boson e Sormane Oliveira de Freitas

JURÍDICO CONFIANTE
“Temos imagens e testemunhas de tudo que aconteceu dentro de campo e que atrapalhou o resultado final do jogo” – assegura o advogado João Felipe Artioli, da Ponte Preta. Ele seguiu para a capital cearense ao lado do diretor jurídico Giuliano Guerreiro.
A confiança aumenta a partir do momento que o próprio presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho, determinou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a não homologação da vitória da Aparecidense sobre a Ponte Preta, por 1 a 0. Na prática, o jogo está suspenso.
“Nós acreditamos que haverá outro jogo e em local neutro, não em Aparecida de Goiânia” – confirma o advogado campineiro.
OUTRO FATOR FAVORÁVEL
Outro fator favorável é que a comissão de arbitragem da CBF, dois dias após o jogo, afastou o trio comandado por Léo Simão Holanda. Ele anulou o gol do atacante Hugo Cabral aos 44 minutos do segundo tempo em atitude tomada após interferência externa.
O jogo ficou paralisado por 16 minutos. Este gol significaria o empate da Ponte Preta e a provável classificação à segunda fase.
O julgamento foi marcado em caráter de urgência para não atrapalhar a segunda fase da competição. O relator sorteado foi Ronaldo Botelho Piacente. Em princípio, a Aparecidense jogaria contra o Bragantino-PA, no Pará.
LANCE VISTO NA TV
O lance contestado pela Ponte Preta aconteceu aos 44 minutos do segundo tempo, quando perdia por 1 a 0 e buscava o empate para chegar à segunda fase. Após um rebote do goleiro da casa, Hugo Cabral mandou para as redes.

Tanto o árbitro, quanto o auxiliar, validaram o gol, mas a Aparecidense não deu continuidade no jogo e ficou reclamando de impedimento do atacante.
Depois de quase sete minutos, o delegado da partida, Adalberto Grecco, aparece na imagem conversando com o auxiliar Samuel Oliveira Costa, que corre até o árbitro Léo Simão Holanda e marca o impedimento do jogador.
A anulação do gol gerou críticas dos jogadores da Ponte Preta, que alegam ter visto a possível interferência externa. Agora é preciso provar tudo isso no julgamento.





































































































































