Ponte Preta apresentará reclamação na CBF por 'péssimas condições' de estádio em Goiás

“Já falei pessoalmente com o presidente da FPF, pedindo o apoio da entidade em nossa queixa, e apresentaremos uma reclamação formal"

“Já falei pessoalmente com o presidente da FPF, pedindo o apoio da entidade em nossa queixa, e apresentaremos uma reclamação formal"

0002050534699 img

Campinas, SP, 11 (AFI) – Mesmo com a vitória por 2 a 1 diante do Gama-DF, na primeira fase da Copa do Brasil, a Ponte Preta não saiu nada feliz com as condições encontradas no Estádio Serra do Lago, em Luziânia (GO). Tanto que o presidente do clube paulista, Sebastião Arcanjo, garantiu que apresentará uma reclamação formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pediu apoio para a Federação Paulista de Futebol (FPF).

“Já falei pessoalmente com o presidente da FPF, pedindo o apoio da entidade em nossa queixa, e apresentaremos uma reclamação formal na CBF.

0002050534699 img

Jogar em um campo como esse numa competição importante como a Copa do Brasil é algo incompreensível e que não pode ser admitido ou acontecer novamente”, reclamou o dirigente, que chegou a enviar ofício à CBF pedindo o adiamento do jogo, não atendido.

FOTOS NO SITE

Em seu site oficial, a Ponte Preta ainda postou várias fotos do gramado, do banco de reservas e também dos vestiários para apoiar a reclamação.

O clube reclamou de lixo espalhado, buracos e formigueiro no campo, classificando a estrutura em geral como ‘deplorável’.

0002050534700 img

LESÃO DE JOGADOR

O técnico Fábio Moreno seguiu o mesmo discurso, trazendo a atenção para a perda do meia Renan Mota, que saiu lesionado por conta das condições do gramado.

“Não sou de dar desculpas, sou de assumir a bronca no que me meto. Mas perdemos um jogador importante em decorrência do gramado.

A gente nunca vai conseguir melhorar o futebol brasileiro jogando num gramado horroroso como esse. Fica impossível fazer uma jogada construída, trabalhar a bola. A gente faz um planejamento visando um bom jogo e encontra péssimas condições de trabalho”, disse.