Ponte Preta 2 x 1 Atlético-PR - Tabu quebrado, invencibilidade mantida e G4 à vista!
A Ponte não vencia os paranaenses desde 24 de abril de 2005, quando ganhou por 1 a 0
Em um jogo bem disputado, a Ponte Preta se aproveitou do bom rendimento em casa e superou o Atlético-PR, por 2 a 1, de virada, pelo Brasileirão.
Campinas, SP, 28 (AFI) – A Ponte Preta quebrou um tabu de dez anos e voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro. Em um jogo bem disputado, o time de Campinas se aproveitou do bom rendimento em casa e superou o Atlético-PR, por 2 a 1, de virada, na tarde deste domingo, no Estádio Moisés Lucarelli. O duelo foi válido pela nona rodada.

A Ponte não vencia os paranaenses desde 24 de abril de 2005, quando ganhou por 1 a 0, na Arena da Baixada, pelo Brasileirão. De lá para cá, foram cinco jogos, um empate e quatro derrotas.
Além disso, a Macaca mantém uma invencibilidade de três meses em casa. O último revés foi para o São Paulo, por 2 a 1, no dia 15 de março, pelo Paulistão. Desde então, foram nove partidas, com oito vitórias e um empate.
COMO FICA?
A vitória mantém os campineiros, que não venciam há três rodadas, na parte de cima, com 16 pontos, na oitava posição. Tem apenas um ponto a menos que o Fluminense, o quarto colocado. Os paranaenses caíram para o sexto lugar, com 16 pontos, mas uma vitória a mais que a Ponte: 5 a 4.
Ponte Preta e Atlético fizeram um jogo bem movimentado, com dois tempos distintos. No primeiro, os paranaenses impuseram um ritmo de jogo muito intenso e contaram com tarde inspirada do atacante Walter. No segundo tempo, o domínio foi dos campineiros, que apostaram em um ritmo mais cadenciado e de toque de bola, com um encapetado Biro Biro.
FURACÃO SURPREENDE
O Atlético contrariou as expectativas e entrou em campo com uma formação bem agressiva. Marcando no campo de ataque, os visitantes quase chegaram ao gol logo aos dez minutos. O atacante Walter saiu da área, puxando a marcação do zagueiro Tiago Alves e cruzou na medida para o meia Marcos Guilherme. Ele cabeceou, sozinho, mas o goleiro Marcelo Lomba fez milagre.
A Ponte tentou responder para não ser pressionada, mas errou ao tentar jogar na mesma intensidade que o adversário. Com jogadores muito mais velozes, o Furacão conseguiu fazer as transições da defesa ao ataque e vice-versa com muito mais rapidez.
E SAEM OS GOLS
Depois de dar alguns sustos na torcida local, o time paranaense finalmente chegou ao gol aos 27 minutos. E mais uma vez o lance perigo saiu pela ponta direita, em cima dos afobados Pablo e Gilson. O lateral Eduardo levantou para a área, e ninguém marcou o meia Nikão, que chutou de primeira, no canto direito de Marcelo Lomba. Um golaço.
Para a sorte dos campineiros, que não exibiam o mesmo futebol de outros jogos, o gol de empate saiu logo na sequência. Aos 29 minutos, em uma das poucas trocas de passes feita pelos alvinegros, o atacante Biro Biro deixou o meia Renato Cajá livre na área. O camisa 10 soltou uma bomba de canhota e o lateral Natanael ainda tocou a bola antes de entrar.
O jogo continuou bem movimentado nos minutos finais. A Ponte voltou a assustar aos 38 minutos, quando Biro Biro finalizou da entrada da área e o goleiro Santos encaixou. Depois, o Furacão chegou duas vezes. Aos 39, Marcelo Lomba defendeu dois chutes de Walter, mas após saída errada de Fernando Bob. Aos 43, o Gordinho chutou, da direita, e exigiu nova grande defesa.
PONTE CRESCE
A segunda etapa começou em um ritmo um pouco mais cadenciado que a primeira. A Ponte conseguiu controlar um pouco mais a posse de bola e impôs seu ritmo. Mesmo assim, a primeira boa chance foi do Atlético. Aos dez minutos, o volante Hernani aproveitou cobrança de escanteio e desviou de caneca, para grande defesa de Marcelo Lomba.
Nos minutos seguintes, o que se viu foi um crescimento gradativo do time pontepretano. O atacante Walter, principal peça atleticana, começou a sentir a parte física e parou de dar trabalho aos marcadores. Por outro lado, Biro Biro cresceu em campo e passou a infernizar os adversário.
O próprio atacante e Diego Oliveira tiveram boas chances de marcar, aos 18 e aos 20, mas faltou pontaria. Aos 24 minutos, Biro Biro atacou de garçom. Em nova jogada individual, ele deu linda assistência para o meia Felipe Azevedo, que mandou de primeira na saída do goleiro.
No final, a Ponte teve diversas chances de matar o jogo, sobretudo com Diego Oliveira. A melhor oportunidade, contudo, foi com Renato Cajá. Ele recebeu passe primoroso de Biro Biro e, na cara do gol, tentou cortar o zagueiro e se atrapalhou.
PRÓXIMOS JOGOS
Na próxima quinta-feira, às 19h30, a Ponte Preta volta a campo para enfrentar o Corinthians, na Arena Corinthians, em São Paulo. Enquanto isso, o Atlético-PR joga contra o São Paulo, na quarta-feira, às 22 horas, na Arena da Baixada, em Curitiba.






































































































































