POLÊMICA: Ponte explica atraso de direitos de imagem de Gum
Campinas, SP, 12 (AFI)– A quarta-feira foi bastante agitada na Ponte Preta. Dois imbróglios jurídicos agitaram os bastidores do time campineiro. Além do caso Renato, sugiu outra polêmica envolvendo o zagueiro Gum, que negocia transferência ao Fluminense. O atleta declarou estar com cinco meses de direitos de imagem atrasados, mas a notícia foi prontamente negada pelo clube.“Essa informação não procede. Os direitos de imagem do Gum estão bloqueados por conta de imbróglio jurídico entre ele e seu ex-empresário (Cláudio Freitas)”, alegou o gerente de futebol Cláudio Henrique Kiko Albuquerque, em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas.
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De acordo com o dirigente, para o atleta receber os direitos a que tem direito, do mês de maio a julho, precisará entrar em um acordo com seu ex-empresário. O contrato para o recebimento dos direitos foi assinado entre Ponte Preta e a empresa de Cláudio Freitas, que deveria repassá-los a Gum. “A Ponte tentou intermediar uma conciliação entre as partes, mas não houve acordo. Os salários, o FGTS, estão tudo em dia. Os direitos são um problema particular do jogador”, comentou. “Pedimos para que o Gum acertasse um ou dois meses com o empresário, mas ele não quis, achando que poderia romper”, completou.
Kiko revelou que há muito pouco tempo um outro jogador da Macaca passou por situação semelhante: o volante e capitão Deda. “Ele chegou a ficar três meses sem receber e recebeu depois de resolveu este problema”, afirmou.
Falta de orientação
Este tipo de situação é muito comum no mundo da bola. Sem muita orientação, os jogadores (e até alguns técnicos) costumam deixar tudo nas mãos de empresários. Quando existe algum tipo de desavença entre as partes, o atleta é quem acaba sendo prejudicado.
O gerente alvinegro ainda explicou que a Ponte não pode efetuar o pagamento para nenhum das partes, pois correria o risco de ter de pagar duas vezes os direitos de imagem – para a empresa de Cláudio Freitas e para o atleta. Para que o atleta não saísse totalmente prejudicado, a diretoria da Macaca chegou até mesmo dar um aumento salarial ao atleta. “Para compensar, nós até aumentamos o salário dele. Isso aconteceu logo depois do jogo contra o Americano-RJ (pela Copa do Brasil)”, explicou.
Alheio a esta briga jurídica, o técnico Pintado tenta retomar o caminho das vitórias na Série B. A Ponte vem de um empate contra o Bahia, por 2 a 2, e ocupa a sétima colocação, com 26 pontos.





































































































































